<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095</id><updated>2012-02-16T18:20:44.275-08:00</updated><title type='text'>Passado no presente</title><subtitle type='html'>Artigos relacionados a arqueologia, antropologia,astronomia, ufologia, curiosidades e afins. Bem-vindos!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://herbabem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5469649070086108550</id><published>2011-09-22T13:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-22T13:54:49.062-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Físicos europeus descobrem partículas mais rápidas que a luz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores do Cern dizem ter encontrado neutrinos que desafiam a teoria da relatividade de Einstein&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iG São Paulo | 22/09/2011 17:01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Físicos anunciaram esta quinta-feira (22) que partículas subatômicas denominadas neutrinos podem viajar mais rápido que a luz, uma descoberta que, se comprovada, seria inconsistente com a teoria da relatividade de Einstein.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em experimentos feitos entre o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), em Genebra, na Suíça, e um laboratório na Itália, as minúsculas partículas foram cronometradas a uma velocidade de 300.006 km/seg, sutilmente mais rápido do que a velocidade da luz, afirmaram os cientistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dá uma sensação de que tem alguma coisa errada, que isso não pode estar acontecendo,” disse James Gillies, porta-voz do Cern. Ele afirmou que os resultados surpreenderam tanto os pesquisadores da institução que eles pediram que outros colegas verificassem suas medições antes de anunciar de fato a descoberta.”Eles estão convidando a comunidade mundial da Física a examinar minuciosamente seu trabalho, e idealmente, conseguir que alguém repita os resultados,” afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe do acelerador de partículas do Fermilab, nos Estados Unidos, já se comprometeu a iniciar esse trabalho. “É um choque,” disse o chefe do grupo de Física Teórica do Fermilab, Stephen Parke, que não fez parte da pesquisa na Suíça. “Vai nos causar um monte de problemas, isso é fato. Se é que é mesmo verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fermilab conseguiu resultados semelhantes em 2007, mas a margem de erro era tão grande que minimizou sua importância científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros cientistas de fora do Cern mostraram ceticismo. O chefe do departamento de Física da Universidade de Maryland chamou a descoberta de “tapete voador”, algo fantástico demais para ser crível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cern afirma que um raio de neutrinos (conhecidos por ser uma das partículas mais estranhas da Física moderna) disparado de Genebra para um laboratório na Itália a 730 quilômetros de distância viajou 60 nanossegundos mais rápido que a velocidade da luz, com uma margem de erro de 10 nanossegundos. Mas como as implicações do experimento são importantes, os cientistas passaram meses checando e rechecando seus resultados para garantir que não houve erros e falhas na experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não achamos nenhum erro que pudesse explicar este resultado,” afirmou Antonio Erediato, físico da Universidade de Berna, na Suíça, que esteve envolvido na experiência, chamada de OPERA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Fermilab, nos Estados Unidos, outro centro de pesquisa que pode replicar a experiência é o T2K, no Japão, que no momento está desativado por conta do terremoto de 11 de março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os cientistas concordam que se os resultados forem confirmados, eles vão forçar uma revisão completa das leis da física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Teoria da Relatividade de Einstein, que diz que a energia é igual a massa vezes a velocidade da luz é a base de toda a física moderna, afirmou John Ellis, físico do Cern que não esteve envolvido na experiência. “Funcionava perfeitamente até agora”, ressaltando que os pesquisadores do OPERA podem ter a responsabilidade de explicar como neutrinos mais rápidos que a luz não foram descobertos até agora. “Se for verdade, é uma descoberta tão fantástica, mas tão fantástica, que temos que ser cuidadosos até confirmá-la”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com informações da AP e AFP)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5469649070086108550?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5469649070086108550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5469649070086108550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/09/fisicos-europeus-descobrem-particulas.html' title=''/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1081055047397820375</id><published>2011-08-05T06:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-05T06:13:44.178-07:00</updated><title type='text'>Água salgada em Marte.</title><content type='html'>A Nasa anunciou nesta quinta-feira a descoberta de manchas superficiais que aparecem nas encostas de Marte durante a temporada de calor e desaparecem na temporada de frio, que poderiam ser formadas por água salgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-w0OZXudwAwU/TjvsTpt3atI/AAAAAAAAAOM/4lGrJupXocE/s1600/marte-gde-dentro_190924.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 190px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-w0OZXudwAwU/TjvsTpt3atI/AAAAAAAAAOM/4lGrJupXocE/s400/marte-gde-dentro_190924.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637359180944206546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta foi feita graças à análise de uma série de imagens obtidas pelo Experimento Científico de Imagens de Alta Resolução (HiRise) do Orbitador de Reconhecimento de Marte (MRO, na sigla em inglês), que explora o planeta vermelho desde 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da Nasa para pesquisa científica do programa de prospecção a Marte, Michael Meyer, fez o anúncio em entrevista coletiva junto ao professor Alfred McEwen da Universidade do Arizona, entre outros membros da equipe. EFE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1081055047397820375?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1081055047397820375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1081055047397820375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/08/agua-salgada-em-marte.html' title='Água salgada em Marte.'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-w0OZXudwAwU/TjvsTpt3atI/AAAAAAAAAOM/4lGrJupXocE/s72-c/marte-gde-dentro_190924.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-3520022734849305011</id><published>2011-08-04T18:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T18:18:33.900-07:00</updated><title type='text'>A história do sorvete.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wlY-s7o28LA/TjtE23jOmuI/AAAAAAAAAOE/y0lXIxKydng/s1600/sorvete-9688.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 297px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-wlY-s7o28LA/TjtE23jOmuI/AAAAAAAAAOE/y0lXIxKydng/s400/sorvete-9688.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637175067999640290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indícios mais antigos a respeito de algo parecido com o sorvete se encontram na antiga civilização chinesa, na qual se fazia um doce gelado com neve, suco de fruta e mel. Alexandre, o Grande, é visto para muitos historiadores como o introdutor do sorvete na Europa, o qual mudou um pouco o método de fabricação: ao invés de se utilizar a neve, diretamente, uma mistura de salada de frutas embebida em mel era resfriada em potes de barro guardados na neve. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1292, por meio da viagem do italiano Marcopolo à China, diversas novidades foram trazidas para a Itália; uma delas era o sorvete feito com leite. Essas iguarias ficaram bastante populares na França por volta de 1500, porém apenas a realeza tinha acesso às novidades mais sofisticadas. No final do século XVIII, os sorvetes cremosos já haviam saído da elite e passaram a estar presentes em todas as camadas sociais, tendo também, alcançado enorme popularidade nos Estados Unidos por meio dos colonos ingleses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com todo o sucesso do sorvete, sua fabricação ainda era difícil. Isso foi resolvido em 1846, quando a norte-americana Nancy Johnson inventou um congelador que agitava uma mistura dos ingredientes. Em 1851, o leiteiro Jacob Fussel abriu em Baltimore a primeira fábrica de sorvetes, se tornando o primeiro a produzir o produto em larga escala. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, o sorvete ganhou uma popularidade ainda maior e os EUA se consolidaram como os maiores produtores do mundo. Foram os americanos, inclusive, que no fim do século XIX criaram as três receitas mais famosas de sorvete: o sundae, a banana split e o ice cream soda, os quais fazem sucesso até hoje e são símbolos da cultura do país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-3520022734849305011?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3520022734849305011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3520022734849305011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/08/historia-do-sorvete.html' title='A história do sorvete.'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wlY-s7o28LA/TjtE23jOmuI/AAAAAAAAAOE/y0lXIxKydng/s72-c/sorvete-9688.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1641608023857865741</id><published>2011-08-04T17:57:00.000-07:00</published><updated>2011-08-04T18:04:15.431-07:00</updated><title type='text'>Sonda detecta fluxo de água em Marte</title><content type='html'>04/08/2011 16h01 - Atualizado em 04/08/2011 16h05&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sonda detecta fluxo de água em Marte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estruturas no solo seriam formadas por água corrente, diz estudo.&lt;br /&gt;Descoberta é o mais perto que se chegou de detectar água líquida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) encontrou evidências de que água corre em Marte durante períodos de calor, divulgou a agência espacial americana (Nasa) nesta quinta-feira (4) em um estudo publicado na revista especializada Science.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotografias mostram estruturas escuras e compridas no solo marciano durante a primavera e o verão do planeta. No inverno, elas desaparecem e retornam na primavera seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A melhor explicação até agora é o fluxo de água salgada”, afirma o líder do grupo que estudou as imagens, Alfred McEwen, da Universidade do Arizona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ke-A6UoHJ2E/TjtAXdkwALI/AAAAAAAAAN0/v39HzXRpDOA/s1600/marte2__.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ke-A6UoHJ2E/TjtAXdkwALI/AAAAAAAAAN0/v39HzXRpDOA/s400/marte2__.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637170130404245682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagem feita a partir de fotografias de satélite e modelos 3-D mostra as marcas feitas pelo fluxo de água em cratera de Marte (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)De acordo com os pesquisadores, o fluxo de água explica a formação das estruturas. Se ela for salgada, explica por que congela mais tarde do que seria esperado. Água pura congelaria na temperatura local, mesmo no verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta é o mais perto que os cientistas já chegaram de encontrar água líquida no planeta. Água congelada foi detectada perto da superfície em diversos pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O programa de exploração de Marte da Nasa continua nos trazendo mais perto de determinar se o planeta vermelho pode abrigar alguma forma de vida”, disse o administrador da agência, Charles Bolden.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fjc3U-nH6bc/TjtBQjDsvKI/AAAAAAAAAN8/6u0vSKDF2f8/s1600/marte3_.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-fjc3U-nH6bc/TjtBQjDsvKI/AAAAAAAAAN8/6u0vSKDF2f8/s400/marte3_.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5637171111128775842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fotografias da MRO mostram evolução das marcas feitas ao longo das estações em Marte (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1641608023857865741?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1641608023857865741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1641608023857865741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/08/sonda-detecta-fluxo-de-agua-em-marte.html' title='Sonda detecta fluxo de água em Marte'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ke-A6UoHJ2E/TjtAXdkwALI/AAAAAAAAAN0/v39HzXRpDOA/s72-c/marte2__.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2082951945219711011</id><published>2011-08-03T11:15:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T11:18:00.429-07:00</updated><title type='text'>Paleontólogos encontram em Uganda crânio de macaco de 20 milhões de anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eXuWNkfLqao/TjmQ0D9EBbI/AAAAAAAAANs/cR0MGoZ52Fg/s1600/03_MHB_CIENCIA_CRANIO.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-eXuWNkfLqao/TjmQ0D9EBbI/AAAAAAAAANs/cR0MGoZ52Fg/s400/03_MHB_CIENCIA_CRANIO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636695632719906226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paleontólogos encontram em Uganda crânio de macaco de 20 milhões de anos&lt;br /&gt;Publicada em 03/08/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Globo (ciencia@oglobo.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RIO - Uma equipe de cientistas ugandenses e franceses encontrou em Uganda o crânio de um macaco de 20 milhões de anos. O fóssil foi achado no dia 18 de julho, na fronteira com o Quênia, numa região onde antigamente havia um vulcão. O material ainda precisa ser restaurado e estudado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É a primeira vez que se encontra o crânio completo de um macaco desta idade - disse Martin Pickford, paleontólogo do College de France, em Paris. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, sabe-se que se trata de um herbívoro que subia nas árvores e que tinha dez anos quando morreu, informa o jornal espanhol "El Mundo". A cabeça era como a de um chimpanzé, mas o cérebro se aprecia ao de um babuíno, cujo tamanho é maior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, os restos serão levados para Paris, para serem restaurados e estudados, informou Bridgette Senut, professora do Museu Nacional de História Natural: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Será limpo e preparado na França e depois de cerca de um ano voltará para Uganda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2082951945219711011?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2082951945219711011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2082951945219711011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/08/paleontologos-encontram-em-uganda.html' title='Paleontólogos encontram em Uganda crânio de macaco de 20 milhões de anos'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-eXuWNkfLqao/TjmQ0D9EBbI/AAAAAAAAANs/cR0MGoZ52Fg/s72-c/03_MHB_CIENCIA_CRANIO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2717648141339187466</id><published>2011-07-15T14:25:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T14:28:59.312-07:00</updated><title type='text'>Família Schürmann encontra submarino nazista afundado no litoral de Santa Catarina</title><content type='html'>Lucas Azevedo &lt;br /&gt;Especial para o UOL Notícias&lt;br /&gt;Em Porto Alegre &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os velejadores da família Schürmann confirmaram na noite desta quinta-feira (14) mais uma proeza. Após longas pesquisas iniciadas no ano passado, eles encontraram os restos do submarino alemão U-513, naufragado em 19 de julho de 1943, no litoral de Santa Catarina, por um hidroavião norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O U-513, conhecido como Lobo Solitário, era comandado pelo capitão Friedrich Fritz Guggenberger. O oficial chegou a ser condecorado com a Cruz de Ferro pelo próprio Adolf Hitler por ter afundado um porta-aviões inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A embarcação era responsável pelo abate de navios aliados na costa do Atlântico Sul. Ao menos três foram alvo do Lobo Solitário na costa brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vilfredo Schürmann, o líder do grupo, ouviu a história da embarcação primeiramente em 2002. De lá pra cá, foi atrás de documentos em diversos países até reunir uma expedição com voluntários e pesquisadores a bordo do veleiro Aysso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve os Schürmann divulgarão mais dados sobre a descoberta, que também será tema de um documentário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2717648141339187466?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2717648141339187466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2717648141339187466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/07/familia-schurmann-encontra-submarino.html' title='Família Schürmann encontra submarino nazista afundado no litoral de Santa Catarina'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-714467018586163494</id><published>2011-05-23T08:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-23T09:00:28.639-07:00</updated><title type='text'>O mistério da escada.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mmeXYnhi9nk/TdqDANG7QXI/AAAAAAAAANg/bJqI-BHftgg/s1600/image7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 221px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-mmeXYnhi9nk/TdqDANG7QXI/AAAAAAAAANg/bJqI-BHftgg/s400/image7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5609940325385322866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mistério da Escada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta escada esta no interior da Capela de Loretto, cidade de Santa Fé (Estados Unidos). O que a torna tão especial é o fato de ter sido construída com uma madeira desconhecida e não se apoiar em qualquer ponto central. Por esta razão a sua construção está envolta numa lenda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a capela ficou pronta, no fim do século XIX, as freiras sentiram falta de uma escada que as levasse até o pavimento superior. Elas passaram nove dias rezando para São José, que era carpinteiro. Um desconhecido bateu à porta da capela no último dia. Disse que era carpinteiro e que poderia dar conta da tarefa. Ele construiu a escada, que é considerada um prodígio de carpintaria, sem ajuda alguma, ninguém sabe como ela ficou de pé. A escada não tem um suporte central. Depois, o carpinteiro - que não usou prego nem cola para construir a escada - sumiu sem deixar vestígios. Nem esperou para receber o pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou-se a acreditar que o carpinteiro era na verdade S. José, enviado por Jesus para atender às súplicas das freiras. Outro aspecto que reforça o milagre é o fato da escada conter 33 degraus, a idade de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sem duvida uma construção bastante misteriosa para a qual engenheiros e arquitetos ainda não tem resposta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-714467018586163494?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/714467018586163494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/714467018586163494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/05/o-misterio-da-escada.html' title='O mistério da escada.'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-mmeXYnhi9nk/TdqDANG7QXI/AAAAAAAAANg/bJqI-BHftgg/s72-c/image7.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-4325191549022008450</id><published>2011-04-28T07:15:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T07:20:20.225-07:00</updated><title type='text'>SOL</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0yqyUcoEYuo/Tbl3nSDAgqI/AAAAAAAAANY/qSP78Cqt6Ys/s1600/X2_C2_combo_thumb.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 100px; height: 100px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-0yqyUcoEYuo/Tbl3nSDAgqI/AAAAAAAAANY/qSP78Cqt6Ys/s400/X2_C2_combo_thumb.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600639128354980514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O SDO - Solar Dynamics Observatory é um satélite da Nasa com a missão de monitorar continuamente o Sol em tempo real e produzir imagens em detalhes nunca antes vistos. A primeira imagem divulgada foi em 21 de abril de 2010, há um ano. Esta imagem de 15 de fevereiro de 2011 mostra chamas fazendo um X no Sol, além de um fraca "auréola" ao redor do astro formada por ejeção de massa por cerca de 11 horas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-4325191549022008450?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4325191549022008450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4325191549022008450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/04/sol.html' title='SOL'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0yqyUcoEYuo/Tbl3nSDAgqI/AAAAAAAAANY/qSP78Cqt6Ys/s72-c/X2_C2_combo_thumb.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2999625354844702903</id><published>2011-04-28T07:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T07:13:13.087-07:00</updated><title type='text'>Artefatos de 15.500 anos achados no Texas colocam em dúvida teoria sobre colonização da América</title><content type='html'>Por Jean-Louis Santini&lt;br /&gt;Em Washington&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta no Texas de um sítio arqueológico contendo milhares de vestígios de 15.500 anos atrás faz recuar em pelo menos 2 mil anos as estimativas de chegada dos primeiros ocupantes à América, além de colocar em dúvida a teoria atual sobre a colonização do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma corrente em vigor acredita que as primeiras tribos americanas fariam parte da cultura denominada Clóvis, com traços encontrados em vários pontos, a partir de 1932.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo esta hipótese controversa, os portadores desta cultura, caracterizada por uma técnica muito particular de entalhe de pontas de sílex de dois gumes, teriam vindo da Ásia há cerca de 13.500 anos através do Estreito de Bering, durante a Era do Gelo. Eles teriam, em seguida, se espalhado por todo o continente, até chegar à América do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo sítio arqueológico texano, chamado "Debra L. Friedkin" e situado a cerca de 60 km ao noroeste de Austin, documenta com um número de indícios sem precedentes uma ocupação humana do continente americano anterior à cultura Clóvis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O achado coloca em dúvida a teoria atual dos primeiros povos americanos, destacou Michael Waters, diretor do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos da Universidade do Texas e principal autor do trabalho, publicado na revista americana Science, que estará nas bancas a partir desta sexta-feira (25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa descoberta nos força a repensar as origens da colonização das Américas", insistiu o pesquisador. "Não há dúvidas de que essas ferramentas e armas foram fabricadas por humanos e que têm cerca de 15.500 anos de idade, o que faz delas os vestígios mais antigos encontrados até hoje na América do Norte", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Isso é importante para fazer avançar o debate sobre a data de chegada dos primeiros ocupantes das Américas, mas também para nos ajudar a compreender as origens da cultura Clóvis", segundo ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Waters destacou durante uma teleconferência que a teoria do povoamento do continente americano pela cultura Clóvis possui várias grandes falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, não existe qualquer traço da "tecnologia" de entalhe de sílex dos Clóvis no nordeste da Ásia, de onde esses colonizadores teriam vindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, as pontas de flechas de sílex descobertas no Alasca e que precediam em mil anos à chegada da tribo Clóvis foram fabricadas de forma diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, acrescenta esse arqueólogo, seis sítios datando do mesmo período da "cultura Clóvis" descobertos na América do Sul não contêm qualquer traço que possa ser assimilado a essa "cultura".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esses fatos levam à conclusão de que os Clóvis não poderiam ser os primeiros americanos e que outros homens já se encontravam na América antes", completou o cientista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os indícios anteriores, o cientista menciona, principalmente, dois sítios no Wisconsin (norte) datando de 14.200 a 14.800 anos, as cavernas de Paisley no Oregon (14.100 anos) e Monte Verde, no sul da América do Sul (14.500 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Resumindo, chegou a hora de abandonar de uma vez por todas a teoria da colonização dos Clóvis e elaborar um novo modelo que explique o povoamento das Américas. Nesse sentido, o sítio Debra L. Friedkin deu um grande passo em direção a essa nova compreensão dos primeiros habitantes do novo mundo", insistiu Michael Water.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A datação é feita através de uma técnica por luminescência, calculando-se quando os sedimentos que cobrem os vestígios foram expostos à luz pela última vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2999625354844702903?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2999625354844702903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2999625354844702903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2011/04/artefatos-de-15500-anos-achados-no.html' title='Artefatos de 15.500 anos achados no Texas colocam em dúvida teoria sobre colonização da América'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2950992217932226135</id><published>2010-12-13T06:34:00.001-08:00</published><updated>2010-12-13T06:34:44.604-08:00</updated><title type='text'>Sopinha de 2.400 anos!</title><content type='html'>Encontrada na China marmita com sopa preparada há 2.400 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PEQUIM, 13 dez 2010 (AFP) -Arqueólogos chineses acreditam ter encontrado uma marmita de bronze com uma sopa preparada há 2.400 anos, informa imprensa oficial do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta foi feita na escavação de uma tumba na região de Xian (norte), antiga capital chinesa e atual província de Shaanxi, segundo o jornal Global Times.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta é a primeira vez na história arqueológica chinesa que encontramos uma sopa que contém ossos", explicou Liu Daiyun, do Instituto de Arqueologia da província de Shaanxi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esta descoberta será particularmente útil para estudar os costumes alimentares dos Reinos Combatentes" (Séculos V-III antes de Cristo), acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as obras de ampliação do aeroporto de Xian, cidade célebre pelo exército enterrado de guerreiros de terracota, foram encontradas a tumba e o recipiente - uma pequena marmita trípode - contendo os ossos e um líquido esverdeado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líquido deve ser analisado para permitir a descoberta dos ingredientes e confirmar que se tratava de uma sopa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2950992217932226135?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2950992217932226135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2950992217932226135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/12/sopinha-de-2400-anos.html' title='Sopinha de 2.400 anos!'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6518591086411579791</id><published>2010-12-09T16:01:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T16:04:25.488-08:00</updated><title type='text'>Mudanças climáticas colocam em perigo tesouros arqueológicos</title><content type='html'>DA FRANCE PRESSE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desertificação, o degelo, o aumento das chuvas torrenciais e dos furacões como consequência das mudanças climáticas podem destruir diversos tesouros arqueológicos, como templos maias, alertaram especialistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Múmias decompostas na Sibéria, pirâmides enterradas na areia no Sudão, templos maias que implodem: as mudanças climáticas podem destruir vários tesouros arqueológicos, mas também revelar novas descobertas, como Oetzi, o "homem do gelo" encontrado em 1991 em uma geleira nos Alpes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O degelo, por exemplo, ameaça vestígios de kurgans, tumbas da época dos Escitas, na Ásia Central, garantiu Henri-Paul Francfort, que chefia uma missão francesa nesta região para estudar os restos desta civilização nômade nas montanhas de Altai, na Sibéria. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"O permafrost, camada de terra constantemente gelada que os conservou até agora, derrete e ameaça decompor os corpos mumificados, tatuados, enterrados com cavalos sacrificados, peles, objetos de madeira, vestuário", explicou o especialista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se não nos anteciparmos, logo será muito tarde", alertou o arqueólogo, que confirmou um degelo muito importante no Ártico em 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento, entretanto, pode ter o efeito contrário. No Tirol italiano, "é, sem dúvida, a retração de uma geleira que permitiu descobrir um dia o Oetzi, um guerreiro de 5.300 anos atrás. O derretimento das geleiras, especialmente na Noruega, frequentemente traz à tona outros vestígios", justificou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro motivo de inquietação é o aumento do nível dos mares. Segundo os últimos dados dos cientistas, o nível da água subirá um metro até 2100, ameaçando regiões costeiras inteiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A elevação das águas em certas ilhas do Pacífico provocará inevitavelmente a destruição dessas zonas costeiras. Na Tanzânia, a erosão marítima destruiu um muro do forte de Kilma, construído pelos portugueses em 1505", relatou Francfort. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Bangladesh, a cidade de Panam-Sonargaon, centro do reino de Bengala do século 15 ao 19 e um dos cem locais ameaçados pela Unesco, é frequentemente inundada pela elevação do nível das águas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicação de fenômenos climáticos extremos, "especialmente os ciclones com cargas de água excepcionais que caem em tempo recorde", preocupa também os arqueólogos, segundo Dominique Michelet, especialista francês em arqueologia da América. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michelet citou os casos de Chan Chan, do antigo reino chimú, e a maior cidade da América pré-colombiana (Peru), castigada pelas inundações provocadas pelo fenômeno El Niño, e o do templo maia de Tabasqueno (México), destruído pelos furacões Opalo e Rozana em 1995, mas restaurado posteriormente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os arqueólogos estabilizaram o templo principal, mas os edifícios encheram de água e implodiram", explicou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent Charpentier, no Instituto Francês de Pesquisas Arqueológicas Preventivas (INRAP), especialista em zonas costeiras, confirmou esta ameaça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No sultanato de Omã, os ciclones Gonu, em 2007, e Phet, no verão passado (do hemisfério norte), enterraram na areia locais de 5.000 a 6.000 anos antes de nossa era", contou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A areia é um dos piores inimigos dos vestígios antigos, especialmente nos desertos. No Sudão, as dunas que rodeavam a cidade de Meroe, capital do reino de Nubia (do século 3 a.C ao 4 d.C), atacaram as pirâmides e as enterraram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michelet jugou "indispensável um trabalho de alerta que deve ir além de um inventário dos locais ameaçados catalogado pela Unesco".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6518591086411579791?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6518591086411579791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6518591086411579791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/12/mudancas-climaticas-colocam-em-perigo.html' title='Mudanças climáticas colocam em perigo tesouros arqueológicos'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-7087773022051629857</id><published>2010-11-15T16:10:00.001-08:00</published><updated>2010-11-15T16:13:10.514-08:00</updated><title type='text'>Novas esfinges são achadas em avenida que unia templos de Luxor e Karnak</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TOHMgAbe_3I/AAAAAAAAANE/ZjrWKjQR0Kk/s1600/esfinges-egito-550.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 220px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TOHMgAbe_3I/AAAAAAAAANE/ZjrWKjQR0Kk/s400/esfinges-egito-550.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539933866885578610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cairo, 15 nov (EFE).- Uma equipe de arqueólogos descobriu 12 novas esfinges, estátuas com corpo de leão e cabeça humana ou de carneiro, na antiga avenida que unia os templos faraônicos de Luxor e Karnak, a 600 quilômetros ao sul do Cairo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um comunicado do Conselho Supremo de Antiguidades estas esculturas datam da época do último rei da 30ª dinastia (343-380 a. C.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avenida, ladeada por uma dupla fila de esfinges que representavam o deus Amon, tem cerca de 2.700 metros de comprimento e 70 de largura e foi construída por Amenhotep III (1372-1410 a.C.) e restaurada, posteriormente, por Nectanebo I (380-362 a.C.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os arqueólogos descobriram também um novo caminho que une a avenida onde foram achadas as estátuas, com o rio Nilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nota explica que, até o momento, só foram desenterrados 20 metros dos 600 que compõem o novo caminho, e que continuam as escavações para descobrir o resto deste trajeto, construído com pedra de arenito, um sinal da importância que tinha em seu tempo, esclarece o comunicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawas, explicou que o caminho achado era o que se utilizava para transferir em procissão a imagem do deus Amon em sua viagem anual ao templo de Luxor, para se encontrar com a imagem de sua mulher Mut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, esta via era utilizada pelo rei quando participava de cerimônias religiosas, segundo Hawas. EFE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-7087773022051629857?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7087773022051629857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7087773022051629857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/11/novas-esfinges-sao-achadas-em-avenida.html' title='Novas esfinges são achadas em avenida que unia templos de Luxor e Karnak'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TOHMgAbe_3I/AAAAAAAAANE/ZjrWKjQR0Kk/s72-c/esfinges-egito-550.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-7729159801162523441</id><published>2010-11-05T17:01:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T17:03:01.869-07:00</updated><title type='text'>Os oásis no lado escuro da lua</title><content type='html'>A Nasa anuncia a descoberta de grandes quantidades de água no satélite e alimenta o sonho de construir sua base lunar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hélio Gomes&lt;br /&gt;(Revista Isto É - Ed. 2138)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco mais de um ano, um experimento radical da Nasa deixou boa parte da população mundial com a pulga atrás da orelha. Sob o pretexto de buscar evidências da existência de água na Lua, a agência espacial americana lançou um foguete contra uma das crateras localizadas no lado eternamente escuro do satélite. Com o impacto, seis toneladas de detritos foram lançadas no espaço. Noventa segundos depois, uma sonda não tripulada recolheu parte do material para estudo. A expectativa era confirmar que ao menos 1% dele seria água em estado sólido ou gasoso. Para surpresa de muitos, o volume chegou a generosos 5,6%. A descoberta, fruto de mais de 12 meses de análises, foi anunciada na semana passada na capa da revista especializada “Science”, a mais respeitada publicação científica do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As intenções por trás do experimento nunca foram negadas pela Nasa. Com ele, os americanos queriam descobrir se o abastecimento de água para uma possível estação lunar poderia ser garantido pelas reservas locais. Além da retomada dos voos tripulados à Lua ser um dos objetivos da atual gestão do órgão governamental, uma possível base lunar americana também serviria como uma espécie de “centro de lançamento” para missões mais ambiciosas, como uma viagem tripulada a Marte. “Encontramos um volume significativo de água”, disse Anthony Colaprete, cientista-chefe das pesquisas da Nasa. “E o melhor é que ela estava na forma de cristais de gelo. Você não precisa aquecê-los demais para alcançar o estado líquido e avançar para o processo de filtragem”, complementa o pesquisador.&lt;br /&gt;As descobertas não param por aí. Graças às informações recolhidas por suas sondas, a Nasa chegou à conclusão de que o lado escuro da Lua é re­pleto de oásis em tamanhos diversos e localizados em crateras como Cabeus, a escolhida para receber o impacto do foguete americano. Em alguns desses lugares, as temperaturas alcançam -244ºC, o que garantiria a preservação do gelo por bilhões de anos. “Batizamos essas áreas recém-descobertas de ‘permafrost lunar’. Elas são muito maiores do que supúnhamos”, afirmou David Paige, mais um pesquisador da Nasa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a história rendeu boas teorias de conspiração, já que, além de água, a Nasa achou elementos como cálcio, hidrogênio, monóxido de carbono e mercúrio no solo lunar (leia quadro ao lado). Mas nada mexe mais com o imaginário popular do que a possibilidade de erguermos uma espécie de “puxadinho” em nosso satélite. Pensando nisso, o americano “Wall Street Journal” lançou a seguinte enquete em seu site: “Você apoiaria a construção de uma base humana na Lua?” Mais de cinco mil pessoas responderam à questão. O placar final? Nada menos que 81,3% a favor e 18,7% contra. Pelo visto, candidatos a colonos não serão problema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-7729159801162523441?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7729159801162523441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7729159801162523441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/11/os-oasis-no-lado-escuro-da-lua.html' title='Os oásis no lado escuro da lua'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5437185114252319798</id><published>2010-11-05T16:56:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T17:00:19.911-07:00</updated><title type='text'>Quase "Jurassic Park"</title><content type='html'>Como no filme, cientistas encontraram insetos preservados há mihões de anos em âmbar. E descobriram uma conexão ainda maior entre a Índia e a Ásia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por André Julião &lt;br /&gt;(Revista Isto É - Ed. 2138))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O achado de insetos com 50 milhões de anos em ótimo estado de conservação está reescrevendo a história da geologia e da biodiversidade da Índia. Os animais são muito mais parecidos com aqueles que se espalham atualmente pelo resto da Ásia do que supunham os cientistas, o que indica que o choque do território com a Eurásia aconteceu mais cedo do que se acreditava. Antes de fazer parte do continente asiático, a Índia era uma ilha. Por 100 milhões de anos ela se moveu, até se chocar com o continente vizinho, formando a cadeia de montanhas do Himalaia. Outra hipótese é de que, antes de se chocarar, os dois territórios fossem ligados por ilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os animais encontrados estavam conservados em âmbar, a resina fossilizada de árvores. A descoberta lembra o filme “Jurassic Park”, de 1993. Na ficção do diretor Steven Spielberg, mosquitos que picavam os dinossauros foram encontrados nas mesmas condições – o que permitiu a fantasiosa recriação dos lagartos jurássicos. “Onde quer que haja ilhas ou continentes que estiveram isolados por longos períodos, existe endemismo (ocorrência de espécies exclusivas daquele local)”, disse à ISTOÉ Jes Rust, paleontólogo da Universidade de Bonn (Alemanha) e chefe do estudo. “A Austrália, que não teve contato com outras partes do planeta nos últimos 30 milhões de anos, é o exemplo mais conhecido”, explica. Outros casos incluem a ilha de Madagascar, na África, e a América do Sul. Segundo o pesquisador, o novo estudo leva a crer que apenas três milhões de anos sejam suficientes para que espécies de diferentes origens se misturem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSaX8gSXUI/AAAAAAAAAM8/kVaIXipw4k8/s1600/mi_5291597419406905.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 358px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSaX8gSXUI/AAAAAAAAAM8/kVaIXipw4k8/s400/mi_5291597419406905.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5536219578114399554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para chegar a essas conclusões, Rust e outros pesquisadores extraíram cerca de 150 quilos de âmbar de depósitos na Índia ocidental. Eles identificaram elementos químicos que sugerem que a resina foi produzida por uma família de árvores tropicais distribuídas por grande parte do globo. Para alcançar os animais, dissolveram o material, do qual extraíram 700 indivíduos inteiramente preservados de insetos, aracnídeos e crustáceos ancestrais, de pelo menos 55 famílias. Havia ainda restos de plantas e fungos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da Ásia, os animais têm ainda conexões com espécies hoje encontradas na Austrália e com outros espécimes ancestrais achados em pontos distantes da América Central. “Foi uma grande surpresa. Esperávamos encontrar espécies totalmente distintas, já que elas evoluíram isoladamente por muito tempo”, diz o paleontólogo. O parentesco dos insetos indianos com seres que vivem em territórios tão longínquos criou um novo conceito para o termo “parente distante”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5437185114252319798?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5437185114252319798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5437185114252319798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/11/quase-jurassic-park.html' title='Quase &quot;Jurassic Park&quot;'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSaX8gSXUI/AAAAAAAAAM8/kVaIXipw4k8/s72-c/mi_5291597419406905.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-3705918338926009614</id><published>2010-11-05T16:48:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T16:50:04.209-07:00</updated><title type='text'>Estátua do faraó Amenhotep III é encontrada em Luxor</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSYHLOD0BI/AAAAAAAAAM0/BmuZXI6ECQk/s1600/faraosentado_550.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 303px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSYHLOD0BI/AAAAAAAAAM0/BmuZXI6ECQk/s400/faraosentado_550.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5536217090983448594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sex, 05 Nov, 09h18&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAIRO (AFP) - Arqueólogos encontraram em Luxor, no sul do Egito, parte de uma estátua de quase 3.400 anos que representa o faraó Amenhotep III, anunciou nesta quinta-feira o ministro egípcio de Antiguidades, Zahi Hawass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estátua mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com sua cabeça de falcão. A metade superior da estátua, em granito vermelho, foi descoberta no sítio do templo funerário de Amenhotep III, em Kom Al Hitan, no oeste de Luxor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É um dos achados mais lindos feitos no sítio funerário" de Amenhotep III, disse Hawass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arqueólogos já haviam descoberto, no mês passado, outra estátua do faraó Amenhotep III, de 3.000 mil anos, na mesma região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amenhotep III, que reinou o Egito entre 1390 e 1352 a.C, seria o avô de Tutankamon, segundo análises de DNA de diversas múmias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-3705918338926009614?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3705918338926009614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3705918338926009614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/11/estatua-do-farao-amenhotep-iii-e.html' title='Estátua do faraó Amenhotep III é encontrada em Luxor'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNSYHLOD0BI/AAAAAAAAAM0/BmuZXI6ECQk/s72-c/faraosentado_550.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-648300170185727734</id><published>2010-11-05T11:23:00.000-07:00</published><updated>2010-11-05T11:25:23.665-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNRMCZC2iPI/AAAAAAAAAMs/tP1cwcTwG4g/s1600/g_vale_dos_dinossauros.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNRMCZC2iPI/AAAAAAAAAMs/tP1cwcTwG4g/s400/g_vale_dos_dinossauros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5536133445911480562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petrobrás assina convênio para revitalização do Vale dos Dinossauros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras e o Governo do Estado da Paraíba, através da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) assinaram no dia 26 de outubro, contrato de patrocínio do projeto de Revitalização do Monumento Natural Vale dos Dinossauros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do projeto é proteger e recuperar as instalações físicas, as réplicas dos dinossauros, as máquinas, equipamentos e utensílios, além de possibilitar ações como a confecção de material educativo para orientar a prática de pesquisa cultural e científica na região.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-648300170185727734?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/648300170185727734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/648300170185727734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/11/petrobras-assina-convenio-para.html' title=''/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TNRMCZC2iPI/AAAAAAAAAMs/tP1cwcTwG4g/s72-c/g_vale_dos_dinossauros.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-3992732704381876341</id><published>2010-10-10T06:32:00.000-07:00</published><updated>2010-10-10T06:33:56.316-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Estátua do faraó Amenhotep é localizada no sul do Egito&lt;br /&gt;Oficiais egípcios afirmam ser "uma das mais maravilhosas estátuas encontradas nos últimos tempos"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TLHAp7wdH-I/AAAAAAAAAMk/PX1pujog_ls/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 226px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TLHAp7wdH-I/AAAAAAAAAMk/PX1pujog_ls/s400/untitled.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526410044408405986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta dessa terceira estátua do rei nessa área aponta para a possibilidade de que existam mais estátuas do faraó na região&lt;br /&gt;Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu uma estátua do faraó Amenhotep III (1410-1372 a. C.) na cidade monumental de Luxor, a 600 quilômetros ao sul do Cairo, informou hoje o ministro de Cultura egípcio, Farouk Hosny. Em comunicado divulgado pelo Conselho Supremo de Antiguidades do Egito (CSA), o ministro detalhou que a parte posterior de uma estátua dupla desse rei, esculpida em rocha, foi desenterrada próximo de seu templo, no oeste do rio Nilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representação de Amenhotep sentado sobre um trono ao lado do deus Amon, a principal divindade de Tebas, a capital do Egito no Médio Império (1975-1640 a.C.) e no Novo Império (1539-1075 a.C.), fica onde é hoje a cidade de Luxor. A estátua, que mede 1 metro e 30 centímetros de altura e 95 centímetros de largura, leva na cabeça uma coroa dupla que representava o norte e o sul do Egito e uma peruca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário-geral do CSA, Zahi Hawass, destacou na nota que a peça arqueológica "é uma das mais maravilhosas estátuas da realeza faraônica encontradas nos últimos tempos, pela precisão que mostra a escultura e os detalhes do rosto do Amenhotep III". Nesse contexto, Hawass disse que a descoberta dessa terceira estátua do rei nessa área aponta para a possibilidade de que existam mais estátuas do faraó na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comunicado adianta que as escavações prosseguem no local para desenterrar as outras partes da estátua, que pode ter 3 metros de altura. Amenhotep III, que foi um dos mais importantes reis da dinastia XVIII, foi pai e avô dos faraós Akhenaton e Tutancâmon, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com agência EFE)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-3992732704381876341?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3992732704381876341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3992732704381876341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/10/estatua-do-farao-amenhotep-e-localizada.html' title=''/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TLHAp7wdH-I/AAAAAAAAAMk/PX1pujog_ls/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5054765932624097413</id><published>2010-09-19T07:55:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T07:58:33.193-07:00</updated><title type='text'>Mais um sitio arqueológico no Brasil!</title><content type='html'>Pesquisadores descobrem ossadas que podem ter mais de 3.000 anos em sítio arqueológico de Paim, em Minas Gerais. O projeto foi iniciativa do Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), em parceria com o projeto de doutorado desenvolvido por Gilmar Henriques no Programa de Pós-Graduação do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Arqueológico do Carste do Alto São Francisco (MAC), em Minas Gerais, acaba de realizar sua primeira escavação. Pesquisadores encontraram ossadas de três índios que podem ter sido enterrados no local há cerca de 3 mil anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escavações aconteceram no sítio arqueológico "Abrigo do Ângelo", no município de Pains. O local foi identificado e registrado em 2002, segundo o diretor do museu, Gilmar Henriques. Ele conta que, na época,  foi constatado um sumidouro com abertura de aproximadamente 60 centímetros de diâmetro no interior do sítio arqueológico, que está localizado na base de um rochedo de calcário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em 2008, em uma visita ao sítio, foi constatado que o sumidouro havia se ampliado para um diâmetro de quase 4 metros, literalmente tragando para dentro da terra todo o sedimento do sítio, juntamente com todo o acervo arqueológico encontrado no local", relata. Foi então que a equipe apresentou um projeto para o resgate arqueológico do sítio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto foi iniciativa do MAC, em parceria com o projeto de doutorado desenvolvido por Henriques no Programa de Pós-Graduação do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escavações iniciais priorizaram a borda do sumidouro, área com maior risco de erosão, e no local foi possível constatar vestígios de atividades cotidianas: utilização de vasilhames cerâmicos e machados de rocha polida nos níveis superficiais, além da fabricação de ferramentas de pedra lascada e fogueiras onde vários animais foram preparados e em torno das quais foram consumidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A fim de amostrar e compreender a utilização do local, iniciamos as escavações em um outro compartimento, mais afastado do sumidouro e, para nossa surpresa, nos deparamos com uma área cerimonial, ocupada por um cemitério pré-histórico utilizado em diferentes épocas", afirma o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três esqueletos foram exumados. "Dois deles se apresentaram na forma de sepultamentos secundários, nos quais os ossos estavam desarticulados, mas arranjados. Um terceiro esqueleto se apresentou na forma de um sepultamento primário, com todos os ossos articulados, e em ótimo grau de preservação", descreve Henriques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sepultamentos semelhantes escavados no município de Pains foram datados em 7.000 anos. Mas as expectativas sobre a idade dos corpos só serão confirmadas após envio das amostras do esqueleto para a realização da datações radiocarbônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esqueleto também será estudado por antropólogos físicos, para que se levantem dados sobre seu sexo, idade, hábitos cotidianos, eventuais doenças e tipo de população a qual o indivíduo pertencia. Depois, o material será mantido no MAC. Uma exposição temporária com os achados do sítio deve ocorrer no segundo trimestre de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor informa, também, que o Carste do Alto São Francisco é alvo de outro projeto de pesquisa, do arqueólogo Edward Koole, que desenvolve projeto de doutorado na USP (Universidade de São Paulo) sobre sítios da região que foram ocupados por caçadores-coletores do período Arcaico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MAC Foi inaugurado em abril deste ano e reúne achados arqueológicos encontrados em oito municípios da região: Pains, Arcos, Formiga, Córrego Fundo, Pimenta, Piumhi, Doresópolis e Iguatama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:UOL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5054765932624097413?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5054765932624097413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5054765932624097413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/09/mais-um-sitio-arqueologico-no-brasil.html' title='Mais um sitio arqueológico no Brasil!'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-3910258846027603064</id><published>2010-08-24T09:53:00.000-07:00</published><updated>2010-08-24T09:54:08.502-07:00</updated><title type='text'>Parecido com o nosso!</title><content type='html'>Astrônomos do Observatório Europeu do Sul descobriram um sistema planetário com pelo menos cinco planetas que orbitam uma estrela semelhante ao Sol chamada HD 10180, a 127 anos luz de distância. Os pesquisadores também têm a evidência da existência de mais dois planetas, um dos quais teria a menor massa já descoberta. Isso tornaria o sistema similar ao nosso Sistema Solar, em termos de número de planetas (sete em relação a oito do Sistema Solar). Além disso, a equipe também encontrou evidências de que as distâncias dos planetas da estrela seguem um padrão regular, como também visto no nosso Sistema Solar. Na imagem, impressão artística do sistema planetário e à esquerda imagem aproximada da estrela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: ESO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-3910258846027603064?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3910258846027603064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3910258846027603064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/08/parecido-com-o-nosso.html' title='Parecido com o nosso!'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5130370928091405124</id><published>2010-07-22T17:26:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T17:27:42.290-07:00</updated><title type='text'>Stonehenge</title><content type='html'>Cientistas que vasculhavam a área ao redor de Stonehenge informaram hoje que descobriram uma outra estrutura circular, apenas a algumas centenas de metros do famoso monumento localizado na Inglaterra. Existe algum debate sobre o que foi exatamente encontrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe que descobriu a estrutura disse que ela poderia ser formada por postes de madeira, em uma versão circular com material diferente do monumento em pedra. Mas Tim Darvill, professor de arqueologia na Universidade Bournemouth, no sul da Inglaterra, demonstrou ceticismo, ao dizer acreditar que o sítio arqueológico parece mais uma tumba pré-histórica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Darvill, o círculo é uma das descobertas feitas ao redor de Stonehenge que "realmente mostram o quanto ainda existe para descobrir e como o sítio arqueológico é grande". "Na sua época, Stonehenge estava no centro de um grande centro cerimonial na Europa", disse o pesquisador. Acredita-se que o monumento de pedra de Stonehenge tenha sido completado há cerca de 3,5 mil anos, embora existam vestígios de que o local era usado há 5 mil anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arqueólogo da Universidade de Birmingham, Henry Chapman, disse estar convencido de que os postes eram fixados em pequenos buracos, e que estes "possivelmente tinham três ou mais metros" de altura, circulando o monumento de pedra de Stonehenge, a uma distância de apenas 900 metros. Chapman diz que o possível monumento gêmeo de Stonehenge deveria ter um uso religioso correspondente ao monumento central de pedra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Yahoo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5130370928091405124?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5130370928091405124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5130370928091405124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/07/stonehenge.html' title='Stonehenge'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6877150644258772958</id><published>2010-07-12T16:07:00.000-07:00</published><updated>2010-07-12T16:10:48.136-07:00</updated><title type='text'>Descoberta inscrição de 3.400 anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TDugl8f_D2I/AAAAAAAAAMU/-xaK9geHGyQ/s1600/IPHOTO~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 155px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TDugl8f_D2I/AAAAAAAAAMU/-xaK9geHGyQ/s400/IPHOTO~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493160744264339298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JERUSALÉM (AFP) - A mais antiga inscrição encontrada até hoje em Jerusalém, um fragmento de uma tabuleta de argila de 3.400 anos de idade, foi descoberta recentemente na Cidade Santa, informaram nesta segunda-feira os arqueólogos que fizeram a descoberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fragmento, de apenas 2 cm por 2,8 cm, possui uma inscrição em acádio cuneiforme, o idioma diplomático da época, e é um testemunho da importância que a cidade já tinha na Idade do Bronze, afirmam os arqueólogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tabuleta foi encontrada na parte oriental da cidade, anexada por Israel depois da guerra de 1967, ao sul da esplanada das Mesquitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do fragmento é muito pequeno para poder ser decifrado, pois, segundo o assiriólogo Wayne Horowitz, da Universidade hebraica de Jerusalém, encarregado de sua análise, a excelente qualidade da escritura demonstra que "é obra de um escriba altamente qualificado, a serviço do rei de Jerusalém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas aventam a hipótese de que se trata de uma correspondência entre esse rei cananeu e o faraó Akenaton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabuinhas do mesmo tipo e da mesma época foram encontradas no final do século XIX no Egipto. Nas que puderam ser decifradas, havia pedidos de ajuda enviados ao faraó por seus vassalos na Palestina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6877150644258772958?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6877150644258772958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6877150644258772958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/07/descoberta-inscricao-de-3400-anos.html' title='Descoberta inscrição de 3.400 anos'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/TDugl8f_D2I/AAAAAAAAAMU/-xaK9geHGyQ/s72-c/IPHOTO~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-4120305789039117174</id><published>2010-05-27T06:28:00.000-07:00</published><updated>2010-05-27T06:35:27.144-07:00</updated><title type='text'>Turismo arqueológico</title><content type='html'>Turismo arqueológico&lt;br /&gt;Cultura e aventura estão na bagagem dos viajantes que querem ter a experiência de participar de escavações em sítios bíblicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrícia Diguê - Revista Isto É&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rotina não se compara às cenas perigosas vividas no cinema por Indiana Jones, que se depara com caveiras, enfrenta cobras e luta contra conspiradores. Tampouco os objetos buscados se igualam à arca perdida que contém os dez mandamentos de Moisés ou ao mítico Santo Graal. Mas é possível sentir o gostinho da aventura de entrar em sítios arqueológicos bíblicos de verdade e ser arqueólogo por alguns dias, participando de escavações como um turista. A alta temporada para os “arqueoturistas” começa agora, no verão no Hemisfério Norte, e os locais de visitação se concentram basicamente no Oriente Médio. Localidades onde Jesus protagonizou milagres, onde nasceram os apóstolos e onde Davi venceu Golias fazem parte dos roteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é necessário ser profissional ou estudante de áreas como arqueologia, antropologia ou história. Qualquer pessoa a partir de 16 anos pode integrar grupos de escavação. O trabalho é duro e consiste basicamente em cavar, carregar cestos de terra e cacos e limpar as peças encontradas, bem como assistir a palestras a respeito do tema estudado. Mas é recompensador para quem quer conhecer a história além dos livros. “Estar na escavação me fez experimentar uma cultura de milhares de anos atrás como se hoje ela ainda estivesse viva”, diz o americano Christopher Davidson, 32 anos, estudante de direito e soldado. Ele é morador de Boston, nos Estados Unidos, e esteve em Tel Dor, em Israel, um importante sítio na costa do Mar Mediterrâneo, entre Tel-Aviv e Haifa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não tem agências especializadas em turismo arqueológico bíblico. Mas é possível comprar pacotes no Exterior. A maior entidade deste ramo no mundo é a americana Biblical Archaeology Society (Sociedade de Arqueologia Bíblica), que lança programas anualmente – ela se refere aos turistas como voluntários. Este ano, são cerca de 30 opções, entre Israel e Jordânia. Mas também há sítios na Bulgária, na Itália e na Espanha. As inscrições na Sociedade custam cerca de US$ 50 e o preço das viagens varia entre US$ 250 e US$ 3.500, dependendo do local, do tempo de permanência e do que está incluído. As universidades responsáveis pelo trabalho in loco acompanham os “arqueoturistas”. Cada sítio chega a abrigar 200 voluntários numa temporada. O Archaeological Institute of America (Instituto Arqueológico da América) também promove viagens às regiões de escavação, mas, nos programas, os turistas não colocam a mão na massa e apenas visitam os sítios. O diferencial desses roteiros em relação aos pacotes turísticos regulares é o interesse arqueológico do grupo e o acompanhamento de profissionais da área durante toda a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arqueólogo brasileiro Jorge Fabbro, especialista na Síria e na Palestina, fez três viagens para Israel como “arqueoturista”. “É uma aventura deliciosa”, diz ele. Na primeira vez, em 2005, esteve em Tel Dor, na costa mediterrânea; em 2006, em Mejiddo, um vale ao norte de Tel-Aviv; e em 2008, em Jerusalém. Ele lembra da emoção de ter encontrado um fragmento de uma banheira assíria de pedra em Tel Dor, uma evidência do domínio assírio na Palestina no século VIII a.C. “O prazer de trazer à luz um objeto que esteve enterrado por quase três milênios é indescritível”, conta ele. Fabbro diz que as viagens propiciaram a ele a oportunidade de trocar experiências, de conhecer pessoas de vários lugares do mundo e de se aprimorar no seu ofício. “O contato com o solo, o ar, a temperatura, os odores, as cores, os cenários onde ocorreram os fatos são fundamentais para entendê-los”, acredita o arqueólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os “arqueoturistas” são considerados peças relevantes para a sustentabilidade dos programas. Não só pelo suporte financeiro às escavações, mas também porque ajudam a ampliar a consciência sobre a importância das heranças arqueológicas. É uma forma de preservar os sítios, uma vez que as visitas acabam incentivando a criação de leis de proteção e o combate aos saques. A história sai ganhando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-4120305789039117174?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4120305789039117174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4120305789039117174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/05/turismo-arqueologico.html' title='Turismo arqueológico'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-7140564495640729139</id><published>2010-05-10T16:22:00.000-07:00</published><updated>2010-05-10T16:28:01.391-07:00</updated><title type='text'>Professores descobrem fóssil do maior predador já conhecido no RS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S-iWCFz0VnI/AAAAAAAAAMM/ry7zcxWQXjQ/s1600/FOSSIL~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 195px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S-iWCFz0VnI/AAAAAAAAAMM/ry7zcxWQXjQ/s400/FOSSIL~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5469786710104888946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O fóssil do predador gigante foi encontrado no município de Dona Francisca (RS);&lt;br /&gt; Pesquisadores da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) encontraram um fóssil quase completo de um predador gigante de aproximadamente 238 milhões de anos. A descoberta ocorreu em um terreno no município de Dona Francisca, na região central do Estado do Rio Grande do Sul há cerca de trinta dias e foi apresentada nesta segunda-feira (10) pelo paleontólogo Sérgio Cabreira e pelo biólogo Lúcio Roberto da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fóssil quase completo do tecodonte Prestosuchus chiniquensis, de aproximadamente sete metros de comprimento e 900 quilos de peso, representa um dos mais importantes achados deste grupo de répteis, que é considerado um grupo ancestral dos dinossauros e aves. “Este é o maior esqueleto e em melhor estado de conservação já encontrado”, afirma Cabreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esse achado tem enorme importância, com repercussão internacional, porque o conjunto completo pode nos dar informações amplas sobre este animal. Há diversos achados espalhados que se julga serem partes de prestosuchus. Agora, com todos os ossos, podemos certificar que realmente são desse tecodonte”, afirma o paleontólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores integram um projeto em associação com o Museu de Ciências Naturais da Universidade, que tem como objetivo a constituição de um amplo acervo fossilífero e também a implementação de atividades de museologia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-7140564495640729139?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7140564495640729139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7140564495640729139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/05/professores-descobrem-fossil-do-maior.html' title='Professores descobrem fóssil do maior predador já conhecido no RS'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S-iWCFz0VnI/AAAAAAAAAMM/ry7zcxWQXjQ/s72-c/FOSSIL~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-3984097598336360748</id><published>2010-01-04T13:09:00.001-08:00</published><updated>2010-01-04T13:10:04.186-08:00</updated><title type='text'>Mais planetas...</title><content type='html'>Telescópio Kepler descobre cinco novos planetas fora do Sistema Solar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do UOL Ciência e Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado em março de 2009 para rastrear planetas parecidos com a Terra fora do Sistema Solar, o telescópio espacial Kepler, da Nasa (agência espacial americana), fez suas primeiras descobertas. O equipamento identificou cinco novos exoplanetas, batizados de Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b. A novidade foi anunciada nesta segunda-feira (4) em evento da Sociedade Astronômica Americana, em Washington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamados de "Júpiters quentes" por causa de sua massas e altas temperaturas, os recém-descobertos planetas têm entre 2.200 e 3.000 graus Fahrenheit. Segundo cientistas, o calor torna improvável a existência de alguma forma de vida neles. Os cinco exoplanetas giram em órbita de estrelas maiores e mais quentes que o nosso Sol.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-3984097598336360748?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3984097598336360748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/3984097598336360748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/01/mais-planetas.html' title='Mais planetas...'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-4359162863198254412</id><published>2010-01-03T06:43:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T06:46:13.997-08:00</updated><title type='text'>A descoberta dos primeiros europeus</title><content type='html'>Há 7 000 anos, muito antes que gregos e romanos erguessem suas civilizações, povos que ocuparam o vale do Rio Danúbio alcançaram um notável desenvolvimento na organização social, na agricultura e no comércio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura Ming (Revista Veja)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma série de explorações arqueo-lógicas feitas no vale do Rio Danúbio, território hoje dividido entre a Romênia, a Bulgária e a Moldávia, trouxe à tona novidades surpreendentes sobre os povos da Antiguidade. Entre 5500 a.C. e 3500 a.C., aquele pedaço da Europa foi ocupado por populações com um estágio de desenvolvimento notável para o seu tempo. Elas eram organizadas socialmente, praticavam a agricultura e viviam em cidades que chegaram a ter 2 000 moradias, incluindo prédios de dois andares. Sabiam fundir e moldar o cobre – um grande avanço tecnológico para a época – e o ouro e mantinham relações comerciais entre si. Tudo isso milênios antes que os gregos e os romanos erigissem suas civilizações ou até mesmo que os egípcios construíssem suas pirâmides. Como não dominavam a escrita, não deixaram registros que nos informem como chamavam a si próprios. Os historiadores se referem a eles como os povos da Europa antiga e, para identificá-los, usam o nome atual das regiões que habitaram, como Hamangia, Cucuteni e Varna. Uma coleção de 250 objetos e obras de arte dos povos da Europa antiga pode ser vista até o fim de abril no Instituto para Estudos do Mundo Antigo da Universidade Nova York. Pela primeira vez, a maioria das peças deixa os museus dos países nos quais foram encontradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um século já se sabe da existência dos povos da Europa antiga, mas apenas na década de 70 foram estudados os sítios arqueológicos que permitiram reconstituir sua história. As descobertas dos artefatos, no entanto, permaneceram ocultas pela Cortina de Ferro comunista até o início da década de 90. Mesmo após a queda do Muro de Berlim, os arqueólogos dos grandes centros mundiais de pesquisa tiveram dificuldade em investigar o assunto porque os estudos só haviam sido publicados em romeno, búlgaro e moldávio. "São línguas que poucas pessoas falam na Europa Ocidental. Esperamos que a exposição faça com que mais cientistas se interessem por esses povos e realizem pesquisas sobre eles", disse a VEJA a arqueóloga americana Jennifer Chi, curadora da mostra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há muito a descobrir a respeito dos povos da Europa antiga. Sabe-se que migraram de regiões onde hoje estão a Grécia e a Macedônia e que cultivavam trigo e cevada, além de criar gado bovino e ovelhas. Os grupos eram independentes e, provavelmente, falavam várias línguas. Mas mantinham um comércio ativo uns com os outros. Peças feitas de um tipo de concha Spondylus, que existe apenas no Mar Egeu, foram encontradas na Polônia e são o registro arqueológico mais antigo de comércio a longa distância. Acredita-se que, na época, pulseiras e colares feitos com essas conchas fossem tão valiosos quanto os confeccionados com ouro e simbolizassem alto status social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peça que mais causa sensação nos visitantes é a estatueta batizada de O Pensador, pela semelhança com a escultura homônima do francês Auguste Rodin (1840-1917). Entre os povos da Europa antiga, imagens masculinas eram raridade. Já as representações de mulheres são comuns. Os corpos estilizados eram vistos como símbolos femininos divinos que trariam fertilidade para os homens e para as terras. Como uma sociedade tão evoluída desapareceu do mapa permanece um mistério. Os historiadores apostam numa invasão de suas terras por guerreiros nômades vindos do norte e também em mudanças no clima da região que teriam inviabilizado a agricultura. Os estudos sobre as mais antigas civilizações da Europa, concordam os cientistas, estão apenas no início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S0CtmFb5yII/AAAAAAAAAME/JtGH6sAacY0/s1600-h/ARQUEO~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 216px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S0CtmFb5yII/AAAAAAAAAME/JtGH6sAacY0/s400/ARQUEO~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5422524821159921794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-4359162863198254412?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4359162863198254412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/4359162863198254412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/01/descoberta-dos-primeiros-europeus.html' title='A descoberta dos primeiros europeus'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/S0CtmFb5yII/AAAAAAAAAME/JtGH6sAacY0/s72-c/ARQUEO~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1233683941369185659</id><published>2010-01-03T06:41:00.000-08:00</published><updated>2010-01-03T06:42:15.162-08:00</updated><title type='text'>Super Terra</title><content type='html'>Um grupo de astrônomos do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, nos Estados Unidos, descobriu um planeta com uma massa seis vezes maior que a da Terra e que pode ter 75% de sua superfície coberta de água, além de uma atmosfera gasosa. A descoberta do planeta, que é um dos que mais se parece com o nosso até então, foi publicada nesta quinta-feira pela revista especializada Nature.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "Super-Terra", como está sendo chamado o planeta batizado de GJ 1214b, está a 42 anos-luz de distância e em outro sistema solar. Sua relativa proximidade torna possível estudá-lo a ponto de determinar sua atmosfera, informaram os cientistas. "Isso faria desse planeta a primeira 'Super-Terra' com atmosfera confirmada - mesmo que esta atmosfera não seja boa para a vida como a conhecemos", explicou David Charbonneau, que coordenou a equipe de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GJ 1214b tem uma órbita de 38 horas em torno de uma estrela pequena e fraca, com cerca de um quinto do tamanho do Sol. A temperatura do novo planeta, no entanto, é muito alta para abrigar formas de vida como as terrestres, já que os cientistas calculam que ela gira entre 120 e 280 graus Celsius.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior semelhança com a Terra está na densidade, apontam os cientistas. As descobertas até agora sugerem que o planeta recém descoberto é composto por cerca de três quartos de água e gelo e um quarto de rocha. "Apesar de sua temperatura alta, este parece ser um mundo de água", disse Zachory Berta, estudante que primeiro identificou indicações da presença do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Com agência France-Presse)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1233683941369185659?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1233683941369185659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1233683941369185659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2010/01/super-terra.html' title='Super Terra'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2296910425022596385</id><published>2009-12-21T10:32:00.000-08:00</published><updated>2009-12-21T10:33:24.566-08:00</updated><title type='text'>Arqueólogos encontraram residência de cerca de 2 mil anos</title><content type='html'>Arqueólogos encontram casa da época de Jesus em Nazaré &lt;br /&gt;Da BBC Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arqueólogos israelenses revelaram nesta segunda-feira que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o jornal israelense Haaretz, a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa provavelmente fazia parte de um pequeno vilarejo com cerca de 50 residências habitadas por judeus pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma porta-voz da Autoridade Israelense para Antiguidades, Yardenna Alexandre, informou que os restos de uma parede, uma cisterna para coleta de água da chuva e um refúgio foram encontrados depois da descoberta do pátio de um antigo convento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Alexandre, os arqueólogos também encontraram potes de argila, do tipo que era usado pelos moradores da Galileia (região onde hoje fica o norte de Israel) na época, uma indicação de que a casa pertencia a uma família judia simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É provável que Jesus e seus amigos de infância tenham conhecido a casa", afirmou a porta-voz em entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A partir das poucas provas escritas disponíveis, sabemos que a Nazaré do primeiro século da era cristã era um pequeno vilarejo judeu localizado em um vale", disse Alexandre, acrescentando que até agora "poucas sepulturas da época de Jesus foram encontradas, mas nunca encontramos os restos de residências daquela época".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um poço também foi encontrado, e os arqueólogos calculam que ele foi construído como parte dos preparativos dos judeus para a Grande Revolta contra os romanos, entre os anos de 66 e 73 d.C.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2296910425022596385?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2296910425022596385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2296910425022596385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/12/arqueologos-encontraram-residencia-de.html' title='Arqueólogos encontraram residência de cerca de 2 mil anos'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5478780727279702213</id><published>2009-12-12T07:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-12T07:24:49.825-08:00</updated><title type='text'>Sorriso amarelo</title><content type='html'>Estudo revela que os nobres egípcios da Antiguidade sofriam com as consequências da falta de higiene bucal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Julião (Revista Isto É)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se uma dor de dente pode acabar com o dia de alguém no século XXI, é de se imaginar o sofrimento que uma inflamação dentária causava em um morador do Egito Antigo milênios antes da invenção da broca e do creme dental. Uma pesquisa realizada na Universidade de Zurique, na Suíça, concluiu que dentes gastos e abscessos eram o terror daqueles tempos. Trata-se do primeiro estudo aprofundado da saúde bucal de faraós e outros membros da nobreza, feito a partir de uma revisão de pesquisas realizadas em três mil múmias desde 1977. Tais estudos só são possíveis graças às técnicas de mumificação egípcias, capazes de preservar dentes ao longo de milênios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento confirma algo que os arqueólogos já suspeitavam. No Egito Antigo, o trigo era processado em moedores de pedra, o que fazia com que pedaços de rocha se soltassem e se misturassem à matéria-prima com a qual o pão era feito. Como alimento abundante sempre foi privilégio dos mais ricos, os nobres tinham as bocas mais prejudicadas. “Quanto mais alta a posição social, pior eram os dentes”, explica o egiptólogo Antônio Brancaglion, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SyO0m3Gb76I/AAAAAAAAAL0/7RAj-lYwSes/s1600-h/MI_180~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 251px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SyO0m3Gb76I/AAAAAAAAAL0/7RAj-lYwSes/s400/MI_180~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414369756748443554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantos dentes gastos e quebrados aumentavam a demanda por especialistas, o que fez do Egito a terra dos melhores dentistas do Mediterrâneo durante a Terceira Dinastia, por volta do ano 2300 a.C. Já naquela época, os médicos eram divididos em cirurgiões, oftalmologistas, veterinários e dentistas. Graças a seu talento e perícia, muitos deles iam trabalhar em outras cortes, que reconheciam seu talento no tratamento de doenças e fraturas. Além de extrair dentes quebrados e podres, os dentistas da época drenavam abscessos e faziam até pontes dentárias, prendendo um dente solto a outro saudável. “Eles usavam fios de metal, normalmente ouro, para fazer esses anéis”, diz Brancaglion. Vale lembrar que uma infecção na boca poderia levar à morte na era pré-antibióticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo suíço também revela as outras utilidades das arcadas dentárias dos egípcios. Segundo os pesquisadores, os trabalhadores usavam os dentes como ferramenta para segurar cordas, no caso dos pescadores, e para esticar couro, numa profissão que hoje seria equivalente à de um sapateiro. Pobres ou ricos, porém, dividiam a mesma carência de higiene bucal. “Eles usavam um talo de papiro ou junco para tirar os restos de alimentos dos dentes e depois enxaguavam suas bocas. Só isso”, afirma Brancaglion. Mesmo numa época em que o abismo entre ricos e pobres era tão grande ou maior do que hoje, todos dividiam a mesma dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 368px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SyO09EdIOUI/AAAAAAAAAL8/pn7bYv-Ardo/s400/MI_180~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414370138290403650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5478780727279702213?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5478780727279702213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5478780727279702213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/12/sorriso-amarelo.html' title='Sorriso amarelo'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SyO0m3Gb76I/AAAAAAAAAL0/7RAj-lYwSes/s72-c/MI_180~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5116651016979427581</id><published>2009-11-20T04:52:00.000-08:00</published><updated>2009-11-20T04:53:13.897-08:00</updated><title type='text'>Problema moderno e antigo</title><content type='html'>Estudo em múmias confirma que o homem já sofria de problemas cardiovasculares há mais de 3 mil anos.&lt;br /&gt;Agência FAPESP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo internacional de cientistas descobriu que problemas cardiovasculares eram conhecidos dos antigos egípcios, indicando que é preciso olhar além dos fatores de risco modernos para compreender adequadamente as doenças do coração. &lt;br /&gt;Os pesquisadores identificaram a formação de arteriosclerose em múmias com cerca de 3,5 mil anos. O endurecimento da parede arterial, causada pelo depósito de gordura, cálcio ou outras substâncias na parede das artérias, pode provovar infarto ou derrame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi apresentado em reunião da American Heart Association nesta terça-feira (17/11), em Orlando, nos Estados Unidos, por Randall Thompson, professor de medicina do Mid America Heart Institute. Um artigo sobre a pesquisa será publicado na edição desta quarta-feira (18/11) do Journal of the American Medical Association (JAMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo usou tomografia computadorizada para examinar em raio X 20 múmias do Museu de Antiguidades Egípcias, no Cairo. As múmias datam de 1981 a.C. a 364 d.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas encontraram evidência de vasos sanguíneos e de tecido do coração em 13 múmias. Em quatro, o coração estava intacto. O grupo confirmou em três delas sinais inequívocos de arteriosclerose, com outras três consideradas como prováveis portadoras de endurecimento arterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, a calcificação se mostrou significativamente mais comum em múmias de indivíduos que morreram com idade estimada de 45 anos ou mais. Não foi verificada diferenças no endurecimento nas artérias entre homens e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da múmias analisadas, a mais antiga com arteriosclerose morreu entre 1570 a.C. e 1530 a.C. De acordo com o grupo, o trabalho é novo indicador de que a doença não é exclusiva do homem moderno, uma vez que se fazia presente há mais de 3 mil anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5116651016979427581?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5116651016979427581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5116651016979427581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/11/problema-moderno-e-antigo.html' title='Problema moderno e antigo'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1567025180831777760</id><published>2009-11-13T11:29:00.001-08:00</published><updated>2009-11-13T11:29:53.588-08:00</updated><title type='text'>Água na Lua!</title><content type='html'>Dados do impacto de sonda da Nasa confirmam água na Lua &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da Folha Online &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do impacto que a Nasa (agência espacial norte-americana) realizou com uma sonda na Lua confirmaram quantidade significativa de água no satélite da Terra, divulgou a agência nesta sexta-feira (13). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água representa um potencial recurso para sustentar uma futura exploração lunar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1567025180831777760?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1567025180831777760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1567025180831777760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/11/agua-na-lua.html' title='Água na Lua!'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-5075664457857765978</id><published>2009-11-09T14:29:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T14:36:18.768-08:00</updated><title type='text'>Machu Picchu</title><content type='html'>Fonte: EPTV.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aventura internacional em Machu Picchu, um Santuário Histórico Patrimônio da Humanidade. Este foi o destino do programa Terra da Gente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No topo do mundo,os repórteres Helen Sacconi (texto) e Antonio Luiz (imagens), sobem a cordilheira dos Andes, no Peru, nas trilhas da civilização Inca. Nas altitudes andinas o povo Inca já construía um império, enquanto o Brasil ainda nem tinha sido descoberto. Agora, pesquisadores desvendam histórias e segredos desta civilização milenar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Machu Picchu foi escolhida pela Unesco Santuário Histórico Patrimônio da Humanidade. A cidade peruana, construída a quase três mil metros de altitude, faz parte da complexa civilização Inca, um império nas Américas tão antigo quanto os reinados da Europa. Para o povo Inca, nas montanhas da Cordilheira dos Andes está a origem de tudo. Por milhares de anos, desenvolveram uma sociedade de cultura e técnicas de construção avançadas. Eles fizeram surgir nas alturas uma civilização sem igual em outra parte do mundo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para chegar até a cidade perdida dos Incas, a jornada nas trilhas tem caminhada e muita cavalgada. O destino é Machu Picchu, mas, entre montanhas e gelo, são muitas as aventuras pelo caminho da nossa equipe. Guiados por xamãs - descendentes dos Incas, os repórteres do Terra da Gente participam de rituais sagrados. Um desses rituais é mascar folha de coca, uma forma de amenizar a baixa quantidade de oxigênio. O desafio da cavalgada dos nossos repórteres é chegar ao topo da montanha sagrada, a uma altitude de 4.500 metros. Uma aventura que termina num grande lago glacial. No meio do caminho, a rota Inca surpreende os aventureiros com a Floresta Amazônica peruana. As flores e as aves dão mais vida às trilhas de Machu Picchu. A peregrinação à velha montanha está perto do fim. O que não termina para os nossos aventureiros são as novas descobertas nas trilhas do império Inca. O povo das cordilheiras andinas tinha conhecimento de astronomia e dominava técnicas de construção e agricultura. As últimas escavações indicam que ainda existem muitos segredos sob as ruínas da cidade sagrada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em Machu Picchu, se abre um espetáculo da história da humanidade: a vista privilegiada permite observar as características das ruínas. A construção tem o formato de um condor, ave símbolo de força e liberdade para os moradores dos Andes. É separada em dois grandes setores: o agrícola, onde estão os degraus de experiências e plantio; e a cidade em si, com casas e templos para adoração dos deuses. A construção segue o padrão visto em outras ruínas do Vale Sagrado. Pedras de granito branco pesando toneladas formam estruturas com acabamento e encaixes tão perfeitos que intrigam até mesmo os engenheiros modernos. A geologia é composta por rochas de 250 milhões de anos. A cidade foi construída a partir da base do rio para cima, técnica contra as erosões. E a obra do império Inca não para de surpreender. Um novo caminho foi desvendado em julho deste ano (2009), na montanha atrás das ruínas. Primeiras impressões&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Umbigo do mundo. Assim é chamada a capital do povo inca, no Peru. É uma das cidades mais antigas do continente. Há indícios de sua existência 5 mil anos antes de Cristo. Estamos em Cuzco. A cidade de 450 mil habitantes é uma das mais altas do mundo. Está a 3.500 metros de altitude e é o ponto de partida da nossa aventura. Nosso objetivo é chegar a uma das maravilhas do mundo: o santuário histórico de Machu Picchu.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quase todos que visitam a cidade inca mais famosa, passam antes, por aqui. Em língua indígena, além de umbigo, Cuzco quer dizer centro. No entanto, no mapa, o município está localizado ao sudeste do Peru. Por terra, até Machu Picchu são 110 km de distância. E dezenas de caminhos incas ligam as duas cidades. Nas ruas, muitos contrastes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos arredores da capital inca, uma muralha para proteger o império de ataques demonstra a habilidade dos homens que viveram há milhares de anos neste local. É a fortaleza Saqsaywaman, que significa falcão. Alguns especialistas a consideram mais importante até do que Machu Picchu.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A obra levou 77 anos para ficar pronta e resistiu a tremores e vendavais até a invasão espanhola no Peru em meados de 1500. Hoje, o que se vê são apenas 20% do conjunto arqueológico. O suficiente para atrair milhares de turistas todos os anos. Seguindo caminho ao sul, em direção a Machu Picchu, entramos na área conhecida como Vale Sagrado. O nome não é consequência do acaso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cercado de montanhas, o vale abriga uma das terras mais férteis do país. Há milhares de anos, os moradores utilizam o solo para agricultura e uma das provas se mantém preservada no lugar, chamado Olantaytambo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com ruas estreitas e um povo simples, Olantaytambo é considerada a cidade inca viva mais antiga do mundo. Aqui está o parque arqueológico que ganhou o mesmo nome. Um laboratório agronômico construído nas montanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os degraus eram usados para fazer experiências com milho e batatas. Os incas descobriram que cada patamar tem uma temperatura diferente e desenvolveram culturas ao longo de toda montanha. Até hoje, a agricultura continua o principal fator econômico dos moradores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ao redor das experiências, as construções em rocha seguem o padrão das outras ruínas incas e chamam a atenção pela forma como estão dispostas. Não há qualquer tipo de massa entre os blocos e os encaixes são perfeitos. A forma como as pedras foram levadas continua um mistério.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-5075664457857765978?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5075664457857765978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/5075664457857765978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/11/machu-picchu.html' title='Machu Picchu'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6757143431789887863</id><published>2009-11-01T10:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-01T10:07:44.619-08:00</updated><title type='text'>A Ilha de Páscoa quer se proteger dos imigrantes e dos turistas</title><content type='html'>Christine Legrand&lt;br /&gt;Em Buenos Aires (Argentina)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 5 mil habitantes da Ilha de Páscoa não gostam dos turistas. Ou gostam somente em pequenas doses. Nesse território chileno isolado do mundo, a 4 mil km de Santiago, cerca de 1.300 eleitores (mais de 96% do total) aprovaram, em 24 de outubro, uma reforma da Constituição que deverá dar às autoridades da ilha do Pacífico um controle maior sobre seus fluxos migratórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O referendo popular, organizado pelo governo de Santiago, respondia às preocupações dos habitantes, de origem polinésia, em sua maioria. Os autóctones denunciam o impacto negativo do turismo e da imigração sobre sua cultura, o patrimônio e o ecossistema da ilha, um pequeno paraíso de somente 164 km2. Em agosto eles bloquearam, durante 48 horas, o único aeroporto, para reivindicar limites para a duração da permanência dos turistas e para a imigração crescente de chilenos vindos do continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Su3OLp22X9I/AAAAAAAAALs/gwHB0kVjxiU/s1600-h/29PAS_~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 299px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Su3OLp22X9I/AAAAAAAAALs/gwHB0kVjxiU/s400/29PAS_~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399198227896885202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Moai com um pedaço inferior da orelha direita faltando, na Ilha de Páscoa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ilha de Páscoa, descoberta em 1722 pelos holandeses, exerce uma fascinação sobre os viajantes do mundo inteiro. Todos os anos, 50 mil turistas visitam suas praias, suas paisagens vulcânicas e suas centenas de Moais. A construção dessas imponentes estátuas de pedra, que pesam toneladas e medem até 20 metros de altura, continua sendo um mistério. Alguns habitantes chegam a falar em participação de extraterrestres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após negociações com as autoridades da ilha, o governo chileno havia instaurado, em setembro, um sistema de formulários de migração para "melhorar a informação sobre os visitantes", segundo o vice-ministro chileno do Interior, Patrício Rosende. Os turistas deveriam detalhar o motivo, a duração e seu local de hospedagem em um "formulário especial de visitante", que teriam que preencher ao desembarcarem no aeroporto de Santiago, o único a atender Rapa Nui, nome polinésio da Ilha de Páscoa. A Suprema Corte julgou essa medida "ilegal e arbitrária", e os juízes invocaram o direito à livre circulação sobre o território chileno como um todo. "É preciso controlar o crescimento da Ilha de Páscoa", admite Rosende. "É um território muito frágil que não suporta fluxos indeterminados de imigrantes que ali se instalam." Os habitantes da Ilha de Páscoa acusam os chilenos do continente instalados na pacífica ilhota, de causarem uma criminalidade nunca vista até então. E eles os criticam, assim como os turistas, por colocarem em risco o equilíbrio ecológico da ilha, que é patrimônio mundial da Unesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Lana Lim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6757143431789887863?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6757143431789887863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6757143431789887863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/11/ilha-de-pascoa-quer-se-proteger-dos.html' title='A Ilha de Páscoa quer se proteger dos imigrantes e dos turistas'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Su3OLp22X9I/AAAAAAAAALs/gwHB0kVjxiU/s72-c/29PAS_~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2118153992238967659</id><published>2009-10-21T06:29:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T06:30:20.497-07:00</updated><title type='text'>Vestígios da pré-história são achados no Brejo paraibano</title><content type='html'>Um cemitério pré-histórico foi encontrado semana passada no município de Pilões, localizado no Brejo paraibano. Ontem, dez pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), referência em estudos nessa área, foram até o local para comprovar a descoberta e começar a estudar a idade das urnas funerárias e utensílios de cerâmica, louça e pedra encontrados. O material foi achado na entrada da cidade, quando funcionários da Chesf realizavam escavações para a construção de uma subestação de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor doutor e coordenador do laboratório de Arqueologia da UFPE, Marcos Albuquerque, adiantou que “o achado é algo precioso não só para Pilões e para o Estado da Paraíba, mas também para todo o Brasil”. “A Chesf estava realizando uma obra no local e constatou que ali poderia ter existido um cemitério, na idade pré-histórica. Como determina a lei federal 3.924, que rege o patrimônio arqueológico nacional, eles nos contactaram e paralisaram os trabalhos, imediatamente. Ao chegar no local, nossa equipe de pesquisadores constatou que aquilo realmente se tratava de um verdadeiro tesouro”, disse.&lt;br /&gt;“Iremos realizar uma reunião amanhã (hoje), com os órgãos ligados ao Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, para providenciarmos a escavação total da área. Muito provavelmente serão encontradas novas urnas, e, inclusive, ossadas humanas”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o pesquisador da UFPE, a partir de um estudo mais detalhado, será revelada a idade das urnas, que à primeira vista, aparentam ter até 10 mil anos. &lt;br /&gt;“Ciência se faz com exatidão. Nesse primeiro momento, poderíamos dizer que os materiais eram de índios tupis-guaranis, que habitaram a região há milhares de anos. Mas ainda é muito cedo para precisarmos a cronologia. O que podemos confirmar é que se trata de um verdadeiro tesouro nacional”.&lt;br /&gt;Depois de ser analisado em laboratórios do Recife, a tendência é de que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) autorize que os materiais coletados sejam expostos em um museu, em Pilões. A prefeitura local já se comprometeu em construir o prédio. (Com informações de Jota Alves).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal da Paraíba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2118153992238967659?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2118153992238967659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2118153992238967659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/10/vestigios-da-pre-historia-sao-achados.html' title='Vestígios da pré-história são achados no Brejo paraibano'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-510482975317221349</id><published>2009-10-14T12:44:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T12:47:01.135-07:00</updated><title type='text'>Índios brasileiros também cultuam ETs</title><content type='html'>Várias nações indígenas da Amazônia mantêm até os dias de hoje rituais e crenças de celebração à sua origem extraplanetária    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os índios Xikrin, da nação Kayapó, na Amazônia, acreditam que são descendentes de seres que vieram das estrelas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No Brasil, muitas nações indígenas mantêm tradições e rituais que indicam uma convivência pacífica e secular com o Fenômeno UFO. Algumas até acreditam ser descendentes de seres extraplanetários, entre elas a nação Kayapó, espalhada pela Região Amazônica. O pesquisador João Américo Peret foi o indigenista que estudou mais intensamente esses nativos do Xingu, que se intitulam Menbengôkré, ou “gente que veio do buraco da água.” Envolta em várias lendas, a cultura indígena dos Kayapó possui inúmeros rituais de exaltação às forças da natureza e seres míticos, além de danças em agradecimento e comemoração. Os índios Menbengôkré, assim como as aldeias Gorotire, Xikrin, Men-krãgnoti, Kokraimôro, Txukahamãe e Kren-akôre, realizam um ritual em memória a um ser mítico a quem chamam de Bep-kororoti. Esta criatura seria um forasteiro heróico e civilizador que teria chegado à região montado em uma estrela ou uma canoa voadora. De acordo com a história exaltada pela população indígena, Bep-kororoti pousou na Cachoeira Tipôtikré, onde viveu e miscigenou com os ancestrais Kayapó. Ao retornar ao espaço, levou a esposa e um filho, deixando uma filha casada e grávida. Ufólogos e até antropólogos atribuem ao ser a origem extraterrestre, sendo sua canoa voadora um óbvio disco voador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Trajes sagrados &lt;/strong&gt;– &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;A lenda de Bep-kororoti assume um caráter verdadeiramente autêntico porque é ensinada na Casa dos Homens ou Escola Tribal, nas aldeias. Também é considerada como real porque, durante o ritual de adoração, os índios se vestem de maneira especial, usando trajes e máscaras consideradas sagradas, além de espingardas para representar o que chamam de kóp – a terrível arma desintegradora que o extraterrestre portava quando veio do céu. Em sua pesquisa, Peret citou a lenda contada pelo sábio conselheiro Güey-babã, que fala da vinda de Kumen, um ser que apareceu entre a neblina de uma montanha sempre envolta de misteriosos barulhos e relâmpagos. A criatura era, segundo a história, um invasor de aspecto estranho e muito grande. Tinha um olho só mas não apresentava boca e nariz, nem cabelos. Somente uma poderosa clava que desintegrava árvores e pedras. Os índios da época lutaram com ele sem conseguir vencê-lo. Mas, ao perceberem que o forasteiro não queria matá-los, deixaram-no em paz. O enigmático ser passou então a viver sozinho na montanha, sem ser importunado nem incomodar ninguém, por muito tempo. A lenda conta ainda que, um dia bem mais tarde, jovens índios viram num lago próximo outro estranho. Tinha pele clara, era alto, esguio e forte. Se aproximaram e reconheceram que era Bep-kororoti. O ser então disse ter vindo das estrelas, mas fora atacado pelos índios na montanha, várias vezes. Os nativos defenderam-se, alegando que haviam lutado na verdade com um monstro terrível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para convencê-los, o visitante teria mostrado a roupa com que viera do espaço, e assim Bep-kororoti foi levado à aldeia e dela passou a fazer parte. Ainda de acordo com a lenda, teria se transformado em uma espécie de mestre da tribo, pois fez com que o chefe fosse mais atencioso com os outros índios e cuidou para que todos tivessem melhoria em suas vidas. Também determinou que o Conselho de Anciãos tivesse que ajudar o líder a tomar decisões. Bep-kororoti ainda casou e teve filhos entre os indígenas. No entanto, um dia ele discutiu com os companheiros e sumiu na mata. Cobriu sua família com uma tintura preta, vestiu-se com um traje que dava choques e ameaçou a tribo com a clava com que viera à Terra. Bep-kororoti dirigiu-se à Serra Pukatôti e subiu ao céu, levando sua mulher e filho em uma estrela ou canoa voadora, em meio a trovões e relâmpagos. Após este acontecimento, a região passou por grandes mudanças climáticas e os índios, por terríveis necessidades. Para livrar a tribo da morte, a filha de Bep-kororoti, Niôpoti, que havia ficado, foi até a montanha e se cobriu com a mesma tintura preta. Logo depois, ocorreu uma explosão e ela foi elevada ao céu. Ao voltar, trouxe sua mãe e o irmão – que posteriormente retornaram ao espaço –, remédios, alimentos e sementes. Niôpoti, atendendo a recomendação de Bep-kororoti, levou seu povo para morar na Serra Pukatôti, onde encontraram as “casas de pedras feitas por Deus”. Ali passaram a viver em paz e com prosperidade. E assim os índios mantêm sua lenda até hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista UFO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-510482975317221349?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/510482975317221349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/510482975317221349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/10/indios-brasileiros-tambem-cultuam-ets.html' title='Índios brasileiros também cultuam ETs'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1905253911085080219</id><published>2009-10-05T12:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T12:05:07.427-07:00</updated><title type='text'>Grupo acha dinossauro herbívoro gigante em SP</title><content type='html'>REINALDO JOSÉ LOPES&lt;br /&gt;da Folha de S.Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restos de um dos gigantes brasileiros da Era dos Dinossauros estão vindo lentamente à tona em Marília (444 km a noroeste de São Paulo). Tudo indica que se trata de um saurópode, dino pescoçudo e comedor de plantas que pode ter chegado a 13 metros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esqueleto de dezenas de milhões de anos apenas começou a ser exposto, mas há esperança de que boa parte do animal ainda esteja por lá, porque as vértebras achadas até agora estão articuladas, ou seja, unidas umas às outras na posição que ocupavam em vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SspDOsSfFhI/AAAAAAAAALk/HWHqc7woIew/s1600-h/092782~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 330px; height: 220px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SspDOsSfFhI/AAAAAAAAALk/HWHqc7woIew/s400/092782~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389193823788144146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Concepção artística de saurópodes, ordem à qual provavelmente pertenceu o fóssil achado em Marília (444 km a noroeste São Paulo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'Esse fato é um golpe de sorte relativamente raro na paleontologia brasileira, contou à Folha o responsável pela descoberta, William Nava, do Museu de Paleontologia de Marília'. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rumo à cabeça &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como temos parte da região pélvica [do quadril] preservada e associada às vértebras dorsais, estamos escavando agora na direção da cabeça do bicho. Tudo indica que poderemos achar as vértebras cervicais, do pescoço, e também o crânio preservado sob as camadas de arenito, o que seria fantástico. Essa é a nossa expectativa", afirma Nava, um dos mais ativos caçadores de fósseis do interior de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras pistas do saurópode surgiram no último mês de abril, quando a presença de conchas fossilizadas de bivalves (moluscos como as atuais ostras) chamou a atenção de Nava. "Resolvi investigar o barranco que margeia o acostamento da estrada e vislumbrei diversos fragmentos ósseos despontando na rocha, mas bastante escurecidos, indicando que estavam há um bom tempo expostos", conta ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa coleção inicial de restos, por si só, já parecia interessante: havia vértebras da cauda, costelas e dois outros ossos grandes (um deles provavelmente corresponde ao fêmur). Um pouco mais de trabalho revelou a presença de duas vértebras articuladas, medindo, cada uma, cerca de 20 cm. "Quando se encontra material articulado a tendência é nos concentrarmos nele, devido justamente à escassez dele", explica Nava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaboração &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele repassou as informações sobre a escavação ao paleontólogo Rodrigo Santucci, da UnB (Universidade de Brasília), que é especialista em saurópodes. Conforme o trabalho avançar, Santucci será capaz de determinar se o animal era um titanossaurídeo (principal grupo de saurópodes do país, caracterizados pela presença de "calombos" ósseos em seu couro) e avaliar se a espécie ainda não é conhecida da ciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disso, porém, Nava está planejando a retirada do material da encosta, o que pode se transformar numa operação longa e delicada. A ideia é extrair todo o bloco contendo os ossos até agora encontrados e outros ainda encobertos por rocha. O trabalho no local também trouxe à tona o crânio e a mandíbula de um parente extinto dos jacarés e crocodilos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1905253911085080219?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1905253911085080219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1905253911085080219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/10/grupo-acha-dinossauro-herbivoro-gigante.html' title='Grupo acha dinossauro herbívoro gigante em SP'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SspDOsSfFhI/AAAAAAAAALk/HWHqc7woIew/s72-c/092782~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6993481146759093846</id><published>2009-09-28T16:01:00.001-07:00</published><updated>2009-09-28T16:03:55.357-07:00</updated><title type='text'>O chiclete asteca</title><content type='html'>Antropóloga descobre que a popular goma de mascar esteve presente em rituais religiosos e no dia a dia dessa civilização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Sgarbi - revista Isto É&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi durante uma grande seca por volta do ano de 1400 que índios da Guatemala descobriram que ao mascar uma resina extraída de uma árvore, chamada sapodilha, estimulavam a produção de saliva - e enganavam a sede. Também no México, em plena civilização maia, e, portanto, ainda mais distante no tempo (cerca de 500 a.C.), essa mesma resina era utilizada com igual finalidade. "Quando se corta a crosta da sapodilha, brota uma substância leitosa que forma uma camada de proteção à árvore, justamente sobre a área do corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SsFAg_RzLYI/AAAAAAAAALc/2U-NsKowuGY/s1600-h/I11607~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SsFAg_RzLYI/AAAAAAAAALc/2U-NsKowuGY/s400/I11607~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386657564797906306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;LENDA Estátua da deusa Tlazolteotl estigmatizada pelos astecas devido ao uso de chiclete &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa substância é o chicle", disse à ISTOÉ a arqueóloga e antropóloga Jennifer Matthews, da Universidade Trinity, de San Antonio, nos EUA, e autora do l i v ro "Chi c l e : The Chewing Gum of the Americas", no qual relata as origens e a trajetória da goma de mascar ao longo da história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é debruçando-se sobre a própria história que também se tem notícias agora de que o chicle, misturado a outras substâncias, foi utilizado no final do período Paleolítico (há 11 mil anos) para colar ferramentas, utensílios domésticos e armas. "Os povos usavam o material como antisséptico para tratar infecções da gengiva e ainda como cola para consertar seus instrumentos", diz Jennifer. Ela se baseia, sobretudo, nas tradicionais crônicas de frei Bernardino de Sahagún (1499- 1590) para ilustrar alguns dos costumes pré-colombianos de mascar a goma, atualmente popularizada em todo o mundo como chiclete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na sociedade asteca, só crianças, e assim mesmo crianças pequenas, tinham permissão dos adultos para colocar chiclete na boca", diz a antropóloga, explicando que tal regra devia-se em parte ao som emitido pelo ato de mascar, que Sahagún comparava com o de castanholas - e castanholas eram um instrumento associado às prostitutas astecas. Em seus registros a antropóloga Jennifer tem imagens da estatueta da deusa Tlazolteotl, conhecida na mitologia dessa civilização como "devoradora de pecados". Documentos se referem a ela como a mulher que se banhava todos os dias, usava perfumes carregados e mascava seu chicle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;US$ 19 bilhões &lt;br /&gt;é quanto movimenta anualmente a indústria do chiclete no mundo. No Brasil, o consumo gera cerca de US$ 950 milhões &lt;br /&gt;Daquela goma natural e plena de significados à sua forma multicolorida existente nos dias de hoje foi um longo caminho, e numa viagem no tempo pode-se perguntar: quando ela se tornou o moderno chiclete consumido internacionalmente? "A grande revolução, se quisermos usar essa expressão, data de 1870, e surgiu do encontro casual do general mexicano Antonio López de Santa Anna com o industrial americano Thomas Adams", diz a antropóloga. Ela conta que Adams procurava no chicle um substituto à borracha, considerada por ele muito cara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto não rendeu frutos e Adams estava pronto a abandoná-lo quando se deparou com uma menina que comprava numa farmácia uma goma de parafina para mascar. Adams lembrou, então, que essa era uma atividade popular entre os povos indígenas do México e mudou o rumo de seu projeto. Ele adicionou ao chicle o alcaçuz - planta de raiz adocicada - e passou a produzir sua "invenção" em formato de bolas embaladas em papéis coloridos. "Há em Nova York documentos comprovando o uso do chicle das florestas mexicanas na fabricação dos primeiros Chicletes Adams", diz Jennifer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a nova goma se popularizou extremamente, inclusive nos campos de batalha, e a indústria não conseguiu suprir a demanda. As companhias americanas optaram por fabricar o artigo com materiais sintéticos, nascendo uma indústria que movimenta hoje anualmente cerca de US$ 19 bilhões. "Nos sítios arqueológicos podemos mergulhar em um passado milenar que, curiosamente, está conectado com um dos mais populares produtos que a humanidade já produziu", diz a antropóloga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6993481146759093846?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6993481146759093846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6993481146759093846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/09/o-chiclete-asteca.html' title='O chiclete asteca'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SsFAg_RzLYI/AAAAAAAAALc/2U-NsKowuGY/s72-c/I11607~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-7069184879003827776</id><published>2009-09-28T15:57:00.000-07:00</published><updated>2009-09-28T16:05:44.698-07:00</updated><title type='text'>Além de nós, mas como nós</title><content type='html'>Um novo planeta situado fora do Sistema Solar tem superfície igual à da Terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiana Guedes - Revista Isto É&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma equipe de astrônomos da Universidade de Genebra, integrada por pesquisadores de diversos países, entre eles o Brasil, anunciou na semana passada a descoberta do primeiro planeta fora do sistema solar que não é formado por gases. Batizado de CoRot- 7b, a sua imagem foi enviada à Terra pela sonda francesa Corot e abre novas perspectivas ao estudo e à busca desses corpos celestes extrassolares, chamados exoplanetas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A rigor, a ciência se dedica cada vez mais a esse desconhecido universo na medida em que aumenta também o interesse pela possibilidade de existência de formas rudimentares de vida extraterrestre. Ocorre, no entanto, que os cerca de 400 exoplanetas já catalogados são compostos basicamente de gases, fenômeno que torna inviável a presença de "elementos biologicamente vivos". Com o novo CoRot-7b é diferente: a sua superfície, dizem os astrônomos, é formada por "uma espécie de chão firme". Assim, se os outros exoplanetas assemelham-se, por exemplo, a Júpiter e Saturno, o que agora foi localizado pode até ser considerado, segundo os pesquisadores, como "um parente da Terra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde está esse "parente"? Como ele é? A sonda francesa é que nos responde: &lt;br /&gt;o CoRot- 7b distancia-se de nós em 500 anos-luz (um ano equivale a 9,6 trilhões de quilômetros) e estima-se que ele seja cinco vezes maior que a Terra. O grande fascínio dos cientistas devese ao seu chão rochoso e à sua densidade. "Esse é o exoplaneta mais parecido com a Terra que nós já encontramos", disse o astrônomo alemão Artie Hartzes. "Isso nos dá a esperança de que, em um futuro próximo, encontraremos outros ainda mais parecidos e com condições mais favoráveis à existência de vida". Igualmente otimista é o pesquisador suíço Alan Boss: "Tenho, cada vez mais, a certeza de que vivemos em um universo bastante populoso."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-7069184879003827776?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7069184879003827776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7069184879003827776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/09/alem-de-nos-mas-como-nos.html' title='Além de nós, mas como nós'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6071761112023564656</id><published>2009-09-14T12:59:00.000-07:00</published><updated>2009-09-14T13:00:28.226-07:00</updated><title type='text'>Arqueólogos encontram em Israel sinagoga da época de Jesus Cristo</title><content type='html'>Arqueólogos israelenses descobriram no domingo as ruínas do que eles acreditam ser uma das mais antigas sinagogas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a arqueóloga Dina Avshalom-Gorni, as ruínas descobertas no norte de Israel são da época do Segundo Grande Templo de Jerusalém, entre os anos 50 antes de Cristo e 100 depois de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local das escavações, a praia de Migdal, na costa do Mar da Galileia, é citado tanto em escrituras judaicas quanto cristãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menorá&lt;br /&gt;Durante os trabalhos, os arqueólogos encontraram uma pedra gravada com uma imagem de uma menorá, o candelabro de sete velas utilizado em cerimônias religiosas judaicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menorá é um símbolo do judaísmo de mais de 3 mil anos e também o emblema nacional de Israel. A imagem gravada na pedra encontrada nas escavações aparece em cima de um pedestal e ladeada por ânforas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os arqueólogos, esta é a primeira vez que uma imagem de uma menorá é encontrada em uma escavação fora de Jerusalém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Madalena&lt;br /&gt;A cidade de Migdal, sob o nome aramaico de Magdala, é citada nas escrituras cristãs como o local de nascimento de Maria Madalena, uma das mulheres que acompanharam Jesus Cristo e que depois foi tornada santa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Avshalom-Gorni , é possível supor que a comunidade que seguiu Jesus na Galileia frequentava a sinagoga descoberta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BBC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6071761112023564656?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6071761112023564656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6071761112023564656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/09/arqueologos-encontram-em-israel.html' title='Arqueólogos encontram em Israel sinagoga da época de Jesus Cristo'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2596821605586633271</id><published>2009-08-22T15:17:00.001-07:00</published><updated>2009-08-22T15:29:47.244-07:00</updated><title type='text'>Lajedo do Pai Mateus</title><content type='html'>Lajedo do Pai Mateus, no estado da Paraíba, é um desses locais privilegiados pelo capricho da natureza. Ao longe, o que se vê é uma enorme base de granito onde grandes pedras redondas dão um aspecto único, como se tivessem sido colocadas ali pela mão do homem. Ou melhor, pela mão do homem e seus guindastes, pois, olhando de perto é que se percebe que são enormes, chegando a pesar até 45 toneladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBwXhu20rI/AAAAAAAAALU/PklephnsvBo/s1600-h/PEQ-FO~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBwXhu20rI/AAAAAAAAALU/PklephnsvBo/s400/PEQ-FO~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372917904947204786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Caprichosa, a natureza exibe suas esculturas de pedra. Na foto, pedra do Capacete&lt;br /&gt;Foto: João Correia Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizado no município de Cabaceiras, o Lajedo do Pai Mateus faz parte de uma região conhecida como Cariri Paraibano, ou Cariri Velho, que durante muito tempo foi praticamente esquecida. &lt;br /&gt;No entanto, já foi habitada há milhares de anos pelos índios cariris, que emprestaram seu nome ao lugar e deixaram fortes marcas na cultura e no jeito de ser do nordestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, essa formação data de mais de 500 milhões de anos, no período pré-cambriano, em um processo que ainda ocorre lentamente. Eduardo Bagnoli, geólogo que há anos explora a região, explica que tudo começa no centro da terra: as rochas que se formam a 70 quilômetros de profundidade são empurradas para a superfície e começam a sofrer um processo de desgaste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fissuras naturais e a constante mudança de temperatura que há na região – pois os dias são muito quentes e as noite mais frias - dilata e contrai a rocha abruptamente, e faz com que rachem. Inicialmente são blocos retangulares ou quadrados que vão se desgastando num processo chamado de esfoliação esferoidal, ou seja, vão tomando as formas arredondadas que possuem hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saca de Lã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBvfr9RQPI/AAAAAAAAALM/a1IQLoxQOpU/s1600-h/PEQ-FO~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBvfr9RQPI/AAAAAAAAALM/a1IQLoxQOpU/s400/PEQ-FO~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372916945619337458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A estrutura incomum da Saca de Lã chama a atenção em meio ao sertão&lt;br /&gt;Foto: João Correia Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem próximo dali, seguindo alguns poucos quilômetros por estradas de terra, está outro monumento natural que lembra as grandes construções erguidas pelo homem - talvez incas, maias...quem sabe egípcios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Saca de Lã recebe esse nome por lembrar sacos de algodão empilhados, segundo o imaginário do lugar. São pedras gigantescas, retangulares, que se encaixam perfeitamente e formam uma espécie de pirâmide de mais de 40 metros de altura. É difícil entender como aquilo se formou e como a natureza pôde ser tão audaciosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo estudiosos é o mesmo processo das pedras redondas dos outros lajedos da região, como o do Pai Mateus e o do Bravo, mas aí o desgaste ocorreu apenas de forma retangular, devido às fissuras exatas das pedras. Seja qual for a explicação, o lugar impressiona. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem visita a Saca de Lã, também faz parte da aventura a subida até a última pedra, ironicamente redonda. Ribamar de Faria, nosso guia, arrisca a subida e completa o monumento como se fora um grande totem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinturas Rupestres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Bagnoli conta que a primeira vez que esteve no Cariri Paraibano ouviu falar de alguns `letreiros` espalhados por toda região. Curioso, seguiu alguns moradores até as pedras mais próximas e descobriu que os `letreiros` eram nada mais nada menos do que belas pinturas rupestres. Começou a pesquisar, chamou amigos e estudiosos e foi percebendo que estava diante de um grande acervo iconográfico da humanidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dessas manifestações data de 10 a 12 mil anos e foram deixadas pelos antigos habitantes dali, os índios cariris. No sítio do Bravo e no Lajedo Manuel de Souza, município de Boa Vista, estão a maioria delas, as mais belas e visíveis da região. Pássaros, figuras humanas e desenhos geométricos são pintados geralmente nas grutas formadas pelas grandes pedras que se formam sobre os lajedos. Provavelmente locais onde permaneciam abrigados da chuva e, talvez, dos inimigos. Há também a possibilidade de serem locais de rituais mais complexos e essas grutas espécies de igrejas, mal comparando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método desenvolvido por Eduardo para encontrar `letreiros`, apesar de ser quase uma brincadeira, acaba convencendo: `Basta você olhar para um lugar bonito, ou que lembre uma moradia e procurar com cuidado. Pode ter certeza que vai encontrar pinturas rupestres`. Apesar de simplista, o método ilustra o volume de pinturas da região e quase sempre dá certo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBunoeirrI/AAAAAAAAALE/d-rEokTRO6g/s1600-h/PEQ-FO~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBunoeirrI/AAAAAAAAALE/d-rEokTRO6g/s400/PEQ-FO~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372915982612475570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lagoas guardam grande número de fósseis&lt;br /&gt;Foto: João Correia Filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É também no Sítio do Bravo que se formaram pequenas lagoas, extremamente ricas em restos ósseos de grandes mamíferos do período pleistoceno, que começou a se formar a 1 milhão de anos. Em meio aos grandes lajedos, os lagos certamente serviram para saciar a sede dos grandes animais pré-históricos, como o tigre-dente-de-sabre e a preguiça gigante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente o homem aproveitava-se da situação para caçá-los ali mesmo, onde estavam vulneráveis e seus restos permaneciam no local. Alguns objetos encontrados ali, como pedras quebradas em forma de faca, são representativos para entendermos um pouco mais sobre os hábitos dos nossos antepassados. Acredita-se que antes desses instrumentos o homem era mais caçado do que caçador. Com esses objetos, começaram a caçar e a ter reserva de carne, o que deu estabilidade e mais tempo a trabalhar com o intelecto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.ecoviagem.uol.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2596821605586633271?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2596821605586633271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2596821605586633271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/lajedo-do-pai-mateus.html' title='Lajedo do Pai Mateus'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBwXhu20rI/AAAAAAAAALU/PklephnsvBo/s72-c/PEQ-FO~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1828412893922045506</id><published>2009-08-22T14:50:00.000-07:00</published><updated>2009-08-22T15:05:29.470-07:00</updated><title type='text'>Brasileiro que escreveu sobre coronel Fawcett quer processar autor americano</title><content type='html'>Reprodução &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBpD0j4cHI/AAAAAAAAAK0/T7YH5PZJXbo/s1600-h/091002~1.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 175px; height: 230px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBpD0j4cHI/AAAAAAAAAK0/T7YH5PZJXbo/s400/091002~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372909869822668914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O então major Percy Harrison Fawcett no Peru, em foto de 1911 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Ivan Finotti&lt;br /&gt;da Folha de S.Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois livros com duas visões diferentes sobre a vida e a morte de Percy Fawcett têm jogado luz sobre a trajetória desse fascinante coronel britânico que desapareceu em 1925, na região do Xingu, enquanto procurava vestígios de uma civilização extinta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fawcett é lembrado como maior inspiração para o personagem Indiana Jones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que um desses dois autores --o brasileiro Hermes Leal-- não considera a visão do outro autor --o norte-americano David Grann-- tão diferente assim da sua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, acusa Grann de copiar seu livro e ameaça levá-lo à Justiça. "É sacanagem vir um cara aqui e copiar o trabalho da gente", afirma Leal, que pesquisou a história durante cinco anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O norte-americano nega o plágio. "Essas acusações são claramente falsas e absurdas. Meu livro é baseado em anos de minha própria pesquisa e em minha própria viagem à Amazônia em 2005", afirmou Grann, em e-mail à Folha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hermes Leal, 49, lançou seu "O Enigma do Coronel Fawcett: O Verdadeiro Indiana Jones" em 1996, pela Geração Editorial, teve três reimpressões no país e uma edição publicada no Japão em 1999. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O norte-americano David Grann, 42, lançou em fevereiro "The Lost City of Z - A Tale of Deadly Obsession in the Amazon" (a cidade perdida de Z - uma história de obsessão mortal na Amazônia). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro está em sexto lugar entre os mais vendidos na lista do jornal "The New York Times" e foi comprado para virar filme por Brad Pitt. A Companhia das Letras vai lançá-lo no Brasil em setembro, com a possível presença do autor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes do livro, Grann havia escrito uma reportagem sobre Fawcett para a revista "New Yorker", em 2005, ocasião em que visitou o Brasil e entrevistou pessoas, inclusive Leal. "Ele me entrevistou uma tarde em São Paulo. Depois, por e-mail, começou a pedir telefones dos meus entrevistados. Achei que não era justo e não passei os contatos", conta Leal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grann diz que sua pesquisa se baseia extensamente em material histórico, além de fontes inéditas. "Entrevistei muita gente, incluindo descendentes de Fawcett, arqueólogos e pessoas que conheci na minha viagem ao Brasil." O norte-americano cita o livro de Hermes Leal entre as mais de 200 fontes de sua bibliografia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não sei se vou conseguir provar algo, mas não existe memória viva dessa história. Não há como Grann saber detalhes que escreveu, a não ser que tenha copiado", diz Leal, que chegou a ser aprisionado pelos índios que teriam matado Fawcett em sua expedição de 1996. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para tanto, Leal contratou uma firma de advogados especializados em direitos autorais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Vamos traduzir o livro antes de tomar uma decisão de entrar ou não na Justiça. Mas as fontes de pesquisa não pertencem a um ou a outro. É preciso ver se há trechos coincidentes, e isso é subjetivo", diz Leo Wojdyslawski, seu advogado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBqdU6kYmI/AAAAAAAAAK8/JkYQGMT4T4M/s1600-h/091011~1.GIF"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 291px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBqdU6kYmI/AAAAAAAAAK8/JkYQGMT4T4M/s400/091011~1.GIF" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372911407516115554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1828412893922045506?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1828412893922045506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1828412893922045506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/brasileiro-que-escreveu-sobre-coronel.html' title='Brasileiro que escreveu sobre coronel Fawcett quer processar autor americano'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SpBpD0j4cHI/AAAAAAAAAK0/T7YH5PZJXbo/s72-c/091002~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-1274249597731545408</id><published>2009-08-12T14:24:00.000-07:00</published><updated>2009-08-12T14:25:54.940-07:00</updated><title type='text'>Muito além de Atlântida</title><content type='html'>Arqueólogos já não perdem tempo com a lenda do continente perdido. Estão bem mais interessados em ruínas de cidades que hoje estão debaixo d’água, naufrágios históricos e cavernas alagadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Super Interessante -  Texto: Mariana Sgarioni&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que seu “escritório” seja uma imensidão azul, os arqueólogos subaquáticos passam boa parte do tempo em situações extremamente claustrofóbicas. Quando não estão se esgueirando nos destroços de um naufrágio, estão mergulhando numa caverna ou ficam horas literalmente enlatados em algum tipo de veículo submersível. Parecem coisas de aventureiro, não é verdade? Mas são “apenas” pesquisas científicas. Esse arqueólogo trabalha como qualquer outro, usando os mesmos conceitos e procedimentos adotados fora d’água. Com uma diferença: é preciso saber mergulhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a essa fachada aventureira, arqueólogos subaquáticos freqüentemente são confundidos com caçadores de tesouros, piratas modernos que ganham a vida encontrando galeões naufragados e vendendo tudo que conseguem retirar deles. Para sorte do patrimônio histórico da humanidade, no entanto, o trabalho desses profissionais da arqueologia é outro: entender e preservar os incríveis sítios submersos que foram localizados nas últimas 5 ou 6 décadas. Eles já não se preocupam com a busca pelo mítico continente de Atlântida nem se dedicam apenas à exploração de naufrágios. Na verdade, quase sempre dão apoio às pesquisas levadas a cabo pelos colegas em terra firme. Exemplo: o carregamento de ânforas de um naufrágio fenício, ao ser descoberto no Mediterrâneo, pode ajudá-los a descobrir rotas comerciais da Antiguidade sobre as quais não se tinha notícia. Os dois ramos da ciência trabalham juntos – um no seco, o outro dentro d’água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE COUSTEAU AO TITANIC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado o ambiente subaquático oferece riscos e impõe uma série de limites, por outro ele costuma ser garantia de descobertas espetaculares. A ausência do ar, temperaturas mais baixas e pouca ou nenhuma luz natural são fatores que colaboram para a preservação de muitos artefatos. Em compensação, é preciso ter extremo cuidado na hora de retirá-los da água. Submersos há dezenas, centenas ou milhares de anos, alguns deles podem simplesmente se desintegrar ao ser removidos. A coleta pode ser feita pelos próprios arqueólogos, manualmente, ou com a ajuda de equipamentos de última geração, como computadores de visualização e robôs comandados a distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem deu o pontapé inicial no desenvolvimento de equipamentos para a arqueologia subaquática foi o oceanógrafo francês Jacques Cousteau, em 1943, quando desenvolveu, com o engenheiro Emile Gagnan, a aparelhagem de respiração a partir do ar comprimido contido num cilindro. O Aqua-Lung (pulmão aquático), como foi batizado, permitiu aos arqueólogos investigar bem de perto o que antes eles só podiam imaginar. Desde então, cientistas vêm desenvolvendo as mais variadas técnicas para descer cada vez mais fundo. Hoje, há equipamentos que permitem investigações arqueológicas a mais de 6 mil metros de profundidade, como os desenvolvidos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA. O Departamento de Pesquisas de Arqueologia em Águas Profundas daquela instituição especializou-se em inventar sensores, câmeras e robôs que levam a ciência a lugares onde a pressão é mortal e o homem jamais chegaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos achados arqueológicos mais importantes dos últimos tempos foi feito justamente com a ajuda de um desses aparelhos. No mar Negro, fotos e vídeos trouxeram à tona vestígios de presença humana há mais de 7 mil anos. Quem estava à frente da expedição era o oceanógrafo americano Robert Ballard, que, em 1985, tornou-se mundialmente conhecido por encontrar o naufrágio Titanic no Atlântico Norte. Para ele, a grande descoberta, quando acontece, tem o efeito de um nocaute. “É como levar dois socos em seguida, algo meio esquizofrênico”, diz o explorador. “No caso do Titanic, esse segundo soco veio no momento em que vi todos aqueles sapatos espalhados pelo interior do navio. Os corpos se vão, mas os sapatos continuam inteiros. Até em naufrágios romanos ainda é possível ver sandálias. São imagens emocionantes.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-1274249597731545408?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1274249597731545408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/1274249597731545408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/muito-alem-de-atlantida.html' title='Muito além de Atlântida'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-2086610135628347943</id><published>2009-08-09T14:37:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T14:42:45.989-07:00</updated><title type='text'>Ovni em Sousa - PB</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9B4ivC-yI/AAAAAAAAAKs/M5YsQ6GAKb4/s1600-h/FOTO1_~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 195px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9B4ivC-yI/AAAAAAAAAKs/M5YsQ6GAKb4/s400/FOTO1_~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368081720501533474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês de janeiro de 2008, o mototaxista Edson Vieira da Silva residente na Rua Júlio Ferreira, Estação, afirma ter visto um objeto não identificado que ele acredita ser um “disco voador” que estava sobrevoando o céu da cidade de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o mototaxista, o mesmo estava dormindo e acordou por volta das 01h15 de ontem (11) para tomar água e se deslocou até o muro da residência, quando foi surpreendido por uma luz forte e incandescente que se movimentava muito rápido no ceu, imediatamente o mototaxista retornou ao interior da casa e pegou um celular e conseguiu filmar o objeto ainda por dez segundos e em seguida sumiu. Esta não é a primeira vez que populares observam luzes de objetos não identificados no céu da cidade de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o vídeo: http://www.sertaoinformado.com.br/sv.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Sertão Informado&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-2086610135628347943?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2086610135628347943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/2086610135628347943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/ovni-em-sousa-pb.html' title='Ovni em Sousa - PB'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9B4ivC-yI/AAAAAAAAAKs/M5YsQ6GAKb4/s72-c/FOTO1_~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6693114759220831733</id><published>2009-08-09T14:28:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T14:33:08.236-07:00</updated><title type='text'>Sousa - PB - Vale dos Dinossauros</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9AIV-hhbI/AAAAAAAAAKk/8c_2MLQyOvI/s1600-h/0__191~1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 395px; height: 263px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9AIV-hhbI/AAAAAAAAAKk/8c_2MLQyOvI/s400/0__191~1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368079792931440050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Marca foi encontrada em fazenda no interior da Paraíba (Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Santa Helena)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descoberta foi em cidade ao lado do conhecido Vale dos Dinossauros. Geólogo da UFRJ diz que 395 dinossauros foram classificados no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supostas pegadas fossilizadas de dinossauro foram encontradas em uma fazenda no distrito de Melancias, na cidade de Santa Helena (PB), durante o trabalho de pesquisa da Petrobras para saber se há petróleo na região, no fim de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município fica na Bacia do Rio do Peixe, região conhecida pelos inúmeros registros de pegadas de dinossauros que viveram no local há cerca de 140 milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a prefeita de Santa Helena, Maria do Socorro Felix Rolim, há um mês a cidade passa por uma avaliação de técnicos da empresa Geophysical do Brasil Ltda. para confirmar a existência de petróleo na região entre as cidades de Triunfo (PB) e São João do Rio do Peixe (PB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paleontólogos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estiveram no local nesta quarta-feira e analisam as imagens para confirmar ou não que se tratam de pegadas de dinossauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A descoberta das pegadas de dinossauros foi feita em um dos 300 leitos analisados pela empresa contratada pela Petrobras", disse Maria do Socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela esteve no local logo após o encontro das duas marcas no solo e confirma a semelhança das pegadas com outras já analisadas e confirmadas por palenteólogos nas cidades vizinhas como Sousa (PB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A área tem cerca de 30 m² e o trabalho dos pesquisadores foi interrompido para não afetar uma possível área de importância arqueológica e que pode servir para estudos de geologia e palenteologia", disse a prefeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O proprietário da fazenda, o empresário Rony Dantas, disse ao G1 que o local está interditado. "Não estive lá após o encontro das possíveis pegadas, pois a área está fechada para visitação". A Petrobras foi procurada pelo G1 para comentar o caso, mas ainda não se pronunciou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O geólogo Ismar de Souza Carvalho, da Unidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desenvolveu vários estudos com o geológo italiano e especialista em dinossauros Giuseppe Leonardi na área onde está a cidade de Santa Helena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele confirma que se trata de uma região com grandes possibilidades de ter mais pegadas de dinossauros. Por isso o local também é conhecido como Vale dos Dinossauros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pegadas fossilizadas são comuns em toda a Bacia do Rio do Peixe. As principais cidades com registros semelhantes são Souza, Uiraúna (Brejo das Freiras), Pombal e São João do Rio do Peixe".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carvalho, as pegadas encontradas por lá têm idade de 140 milhões de anos. "As rochas e as marcas já pesquisadas datam da idade cretácea e se relacionam com movimentos de falhas geológicas durante a abertura do Oceano Atlântico. Já foram classificados um número superior a 395 indivíduos dinossaurianos na região".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: G1&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6693114759220831733?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6693114759220831733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6693114759220831733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/sousa-pb-vale-dos-dinossauros.html' title='Sousa - PB - Vale dos Dinossauros'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/Sn9AIV-hhbI/AAAAAAAAAKk/8c_2MLQyOvI/s72-c/0__191~1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-8255178601741378815</id><published>2009-08-09T13:59:00.000-07:00</published><updated>2009-08-09T14:24:33.714-07:00</updated><title type='text'>O Barco Romano</title><content type='html'>O Barco Romano do Mar da Galiléia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Em janeiro, 1986, Moshe e o seu irmão Yuval contemplavam o Mar de Galiléia ao caminharem ao longo da praia, ao sul do kibutz onde viviam - Guinossar, situado na margem ocidental do lago e notaram uma sombra estranha amoldada no chão do lago.&lt;br /&gt;O Mar estava perigosamente baixo,após vários anos de seca, esta era a primeira vez que os irmãos - ambos, modernos pescadores diários - puderam ver o fundo do mar, tão claramente.&lt;br /&gt;O que Moshe e Yuval viram era um esboço de arte afundado, perceberam os contornos de um barco na lama. Especialistas chamados para examinar a descoberta (cujo significado arqueológico só seria bem aceito na década seguinte)concluíram tratar-se dos remanescentes de um barco antigo. Decidiu-se, então, escavar o local imediatamente, antes que o nível da água subisse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi necessário o uso de técnicas modernas e sofisticadas para erguer e transportar o barco. Em primeiro lugar, foi construído um maciço dique em volta do local, a fim de impedir que o lago o inundasse, ao mesmo tempo que usavam-se bombas para afastar as águas subterrâneas. Era preciso manter a madeira molhada enquanto a lama era removida do casco, que foi então reforçado com fiberglass e preenchido com poliuretano. Foram cavados túneis sob o barco e seus lados foram reforçados. Quando os remanescentes extremamente frágeis do barco estavam seguramente empacotados, bombearam água para dentro da enorme cova que fora criada durante a escavação, e o barco foi empurrado flutuando até a praia. Ele foi colocado num tanque de conservação especialmente construído no Museu Ygal Allon do kibutz Guinossar, onde o invólucro de poliuretano foi removido, sendo o barco novamente submerso em água. Num processo que levou vários anos, a madeira foi revestida de cera sintética, a fim de lhe dar força estrutural suficiente para ser exposta fora do tanque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o barco foi encontrado estava perpendicular à praia, com a popa voltada para o lago; apenas a parte inferior da popa arredondada foi preservada. O barco tem 8,2 m de comprimento, 2,3 m de largura e 1,2 m de profundidade. Foi construído segundo o conhecido modelo de "casca primeiro", com malhete e junta de espiga, encaixes de pranchas de cedro e molduras de carvalho. Boa parte da madeira já fora usada, tendo sido removida de barcos mais velhos e obsoletos. Outros fragmentos de madeira foram descobertos nas proximidades, o que prova que o local onde o barco foi encontrado era um estaleiro. A embarcação tinha tamanho suficiente para transportar 15 passageiros, inclusive uma tripulação de cinco pessoas. Embora tenha sido aparentemente usado para a pesca, talvez tenha servido também para o transporte de gente e mercadorias.&lt;br /&gt;Pelas técnicas de construção e os dois vasos de cerâmica encontrados nas proximidades, os arqueólogos consideram que o barco era do período romano. Testes de carbono-14 confirmaram que o barco foi construído entre 100 a.E.C. e 70 E.C..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As poucas informações que possuímos a respeito de barcos no Mar da Galiléia durante a época dos romanos são provenientes de fontes escritas, como Flávio Josefo e o Novo Testamento, ou de pisos de mosaico com desenhos de barcos. A descoberta deste barco milenar do Mar da Galiléia despertou, por isso, atenção mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o barco pode ser visto em um museu especialmente construído no Kibbutz Ginossar, no Mar de Galiléia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:www.mfa.gov.il&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-8255178601741378815?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/8255178601741378815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/8255178601741378815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/o-barco-romano.html' title='O Barco Romano'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-6809937234667916665</id><published>2009-08-03T13:47:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T14:03:11.367-07:00</updated><title type='text'>Um índio que recebeu a comenda de Cavaleiro da Ordem de Cristo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SndNk8bxpmI/AAAAAAAAAKc/Ll0C-zVYces/s1600-h/Imagem+349.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 177px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SndNk8bxpmI/AAAAAAAAAKc/Ll0C-zVYces/s400/Imagem+349.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365842778128492130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filipe Camarão: Nasceu na região que é hoje o Rio Grande do Norte. Índio batizado e casado com Clara Camarão, que, conforme o costume indígena, acompanhava o marido nos combates. Por suas lutas contra os holandeses, o rei Filipe III de Portugal e Espanha, concedeu a Filipe Camarão brasão de armas, com soldo e patente de capitão-mor dos índios e uma pensão de 40.000 réis. Em 1635 recebeu o tratamento de Dom e a comenda de Cavaleiro da Ordem de Cristo. Com seus índios, Camarão combateu em Porto Calvo, Goiana, Terra Nova, Camandaiatuba, Baia de Todos os Santos, Casa Forte, rio Guaju e Aguiar. Seu último combate foi na primeira batalha dos Guararapes, em 1648, quando adoeceu e se recolheu ao Engenho Novo de Goiana, vindo a falecer, sendo sepultado na igreja do Arraial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Foto tirada por Pablo Vilarrubia na exposição realizada no Forte dos Reis Magos -RN em 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-6809937234667916665?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://herbabem.blogspot.com/feeds/6809937234667916665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/um-indio-que-recebeu-comenda-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6809937234667916665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/6809937234667916665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/um-indio-que-recebeu-comenda-de.html' title='Um índio que recebeu a comenda de Cavaleiro da Ordem de Cristo'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_NTZe6bllh1c/SndNk8bxpmI/AAAAAAAAAKc/Ll0C-zVYces/s72-c/Imagem+349.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-8320530405252136660</id><published>2009-08-03T08:56:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T09:02:04.903-07:00</updated><title type='text'>Sitio arqueológico em Curaçá</title><content type='html'>Escavações realizadas em sítios arqueológicos do Serrote do Velho Chico e Fazenda Salão, na região de Curaçá (a 592 km de Salvador), revelaram possível encontro de comunidades indígenas em estágios diferentes de evolução. A hipótese foi levantada por pesquisadores, a partir dos fragmentos de cinco urnas funerárias que evidenciavam a utilização de duas técnicas distintas no mesmo sepultamento. O trabalho arqueológico foi realizado entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizada no semiárido baiano, a cidade de Curaçá fica às margens do Rio São Francisco, fator que, segundo os pesquisadores, explica a presença de povos indígenas na região há aproximadamente 3 mil anos. Eles acreditam que o rio confere à região a característica de ter sido tanto um corredor de passagem, quanto área de fixação de grupamentos humanos. A descoberta das urnas fortalece a hipótese de que grupos, em distintas fases de evolução, tenham se encontrado na localidade, ou o grupo vivenciava um processo de convergência cultural, fato até então inédito na pesquisa arqueológica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pinturas - No Serrote do Velho Chico foram encontradas pinturas e gravuras, lascas para a produção de instrumentos de pedras, restos de alimentação, como ossos de animais caçados, uma fogueira e restos de um sepultamento. Na Fazenda Salão foram achados a céu aberto cinco sepultamentos visíveis pelas cerâmicas descobertas, provavelmente pela erosão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os ossos estavam muito fragmentados, mas permitiram identificar os esqueletos de três adultos e duas crianças. Os corpos foram depositados diretamente no chão e cobertos com recipientes cerâmicos na parte da cabeça”, explica o arqueólogo e coordenador do Projeto Mata Branca, Carlos Etchevarne. Segundo ele, esse poderia ser um padrão de enterramento circunscrito regionalmente, considerando que na década de 60 outros enterramentos foram identificados da mesma forma na mesma região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas feitas revelam que em todas as crianças existia um colar, cada um com até 200 contas feitas com material ósseo e os adultos tinham os “tembetás”, feitos de quartzito esverdeado, material usado pelos índios no lábio inferior, geralmente como atributo masculino. “São três ‘tembetás’ esverdeados bem- trabalhados por polimento e um adorno circular no mesmo tipo de rocha, possivelmente auricular”, informa. Para Etchevarne, esses achados representam para o País o começo da construção de uma história regional anterior à chegada dos colonizadores, história que só é possível ser contada pela arqueologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com as descobertas, queremos incentivar o turismo científico e ecológico em Curaçá”, afirmou Dário Tavares Santos, antropólogo e técnico do projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros achados – Mas esses não foram os primeiros achados em Curaçá, já tendo registro de outros sítios não só na região, como em todo a Bahia. “Nosso Estado tem um potencial riquíssimo em termos de patrimônio arqueológico à espera de ser pesquisado, preservado e bem utilizado”, afirma o arqueólogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto de materiais coletados (lítico, cerâmico, ósseo, biológico e carvão de fogueiras) foram levados ao Laboratório de Arqueologia que fica na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (São Lázaro) em Salvador, onde estão sendo catalogados, numerados e analisados para estabelecer contextos culturais entre os dois sítios: na Fazenda Salão e no Serrote do Velho Chico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhando pelo Serrote do Velho Chico, em sua propriedade, a Fazenda Las Vegas, José Reis Brandão, 66, conta histórias que conhece e muitas das quais fez parte e que revelam sua paixão pelo conhecimento em arqueologia e antropologia que surgiu junto com as primeiras descobertas datadas de 1960 em Curaçá e reconhecidas cientificamente. Ele lembra da visita do arqueólogo Valentin Calderon à região e que, até aquela data, nenhuma escavação havia sido realizada. “A partir daí, muitos vieram de vários estados para ver e pesquisar”, conta José Reis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: A tarde online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-8320530405252136660?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://herbabem.blogspot.com/feeds/8320530405252136660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/sitio-arqueologico-em-curaca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/8320530405252136660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/8320530405252136660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/sitio-arqueologico-em-curaca.html' title='Sitio arqueológico em Curaçá'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-26651227131499678</id><published>2009-08-03T08:40:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T08:41:33.710-07:00</updated><title type='text'>Há 45 milhões de anos, João Pessoa estava sob o mar</title><content type='html'>A Bacia do Rio do Peixe foi dividida nas sub-bacias Brejo das Freiras (ou Triunfo), Sousa e Pombal e possui uma área de 1.424 quilômetros quadrados. O pacote sedimentar da área tem cerca de dois mil metros e idade entre 144 e 125 milhões de anos, com formação composta por conglomerados, arenitos, folhelhos e rios entrelaçados. O paleontólogo José Augusto de Almeida citou ainda a existência de um registro geológico perto do município de Cajazeiras, distante 461 quilômetros de João Pessoa. &lt;br /&gt;Nesse trecho, há vestígios de uma formação fóssil do período geológico Siluriano, que compreende entre 435 e 410 milhões de anos. Um remoto resquício da existência de mamíferos foi encontrado muito tempo depois, na faixa de 40 milhões de anos, porém indícios bem primitivos que passam bem longe da linha que resultou na formação do ser humano.&lt;br /&gt;Na região de Cajazeiras, há indicação da presença de peixes e outros animais aquáticos. A área ainda está sendo estudada, e segundo o professor deve ser mais antiga do que a Bacia Sedimentar de Sousa. No entanto, as análises não foram concretizadas, pois o registro está limitado ao material colhido por meio de mapeamento aéreo. “Não é possível identificar de forma precisa quais são os pontos, mas se acredita que surgiram em um período anterior ao constatado na Bacia de Sousa”, explica.&lt;br /&gt;Almeida destacou a Bacia Costeira como o grande descobrimento de vida pré-histórica na Paraíba. Pelos levantamentos, constatou-se que o mar ocupava onde hoje estão não apenas João Pessoa, mas também cidades vizinhas como Cabedelo, Lucena, Bayeux e Conde. As águas ocupavam uma faixa de aproximadamente 30 quilômetros, além do limite atual. O fato foi comprovado pelo surgimento de rochas que caracterizam a presença do mar, no espaço de tempo entre 70 milhões e 45 milhões de anos. &lt;br /&gt;“Embaixo de João Pessoa estão conjuntos de rochas de 66 milhões de anos que estavam submersas em águas de até 60 metros de profundidade”, informou o professor. Muitos materiais se encontram em pedreiras nos bairros do Róger, Mandacaru e Ilha do Bispo. Nesses locais, existem fósseis marinhos, como de inúmeras espécies de moluscos (caranguejos, siris) que chegavam a três metros de diâmetro. Havia ainda tartarugas marinhas, crocodilos, mossasauros – enormes répteis marinhos – e pterossauros (grandes répteis voadores da família dos dinossauros).&lt;br /&gt;Em alguns locais, a paisagem pode ser comparada à África nos dias de hoje com a presença de  animais de espécies parecidas com rinocerontes, elefantes e tigres. Além da Bacia do Litoral, de Sousa e das recentes descobertas na região de Cajazeiras, outros municípios do Agreste, Curimataú, Cariri e Sertão contam com sítios com indícios da megafauna do Pleistoceno, que na escala geológica se encontra no período entre 1,8 milhão e 11,5 mil anos. “A Paraíba é um Estado riquíssimo em acervo paleontológico e arqueológico, mas deixa muito a desejar em termos de pesquisas. Os poderes públicos não fazem investimentos nessa área e os materiais ficam abandonados”, reclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Jacqueline Santos&lt;br /&gt;Fonte: Jornal da Paraiba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-26651227131499678?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://herbabem.blogspot.com/feeds/26651227131499678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/ha-45-milhoes-de-anos-joao-pessoa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/26651227131499678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/26651227131499678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/ha-45-milhoes-de-anos-joao-pessoa.html' title='Há 45 milhões de anos, João Pessoa estava sob o mar'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8293371755732059095.post-7293511916018971121</id><published>2009-08-03T08:37:00.000-07:00</published><updated>2009-08-03T08:40:27.129-07:00</updated><title type='text'>Marcas da pré-história bem vivas na Paraíba.</title><content type='html'>Fonte: Jornal da Paraiba&lt;br /&gt;Por: Jacqueline Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita água e animais marinhos vivendo livremente por toda a área ocupada hoje pela população de João Pessoa e cidades vizinhas como Bayeux e Santa Rita. Dá para imaginar um cenário assim? E o que dizer das regiões onde, na era moderna, abriga Sousa, Triunfo e Pombal? Área verde, lagos cristalinos, preguiças e tatus gigantes, tartarugas do tamanho de um Fusca e diversos animais pré-históricos, especialmente os polêmicos dinossauros. Essas paisagens não são sonho, nem imagens de filme de ficção. Trata-se do perfil de grande parte do Estado milhões de anos atrás.&lt;br /&gt;Segundo estudos realizados na Paraíba, 70% dos municípios do Estado possuem vestígios de fósseis de animais  pré-históricos. Para impulsionar a preservação e tentar resgatar o mais remoto de todos os períodos da história, está em processo de implantação o Instituto Nacional de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semi-Árido do Nordeste do Brasil, criado no primeiro semestre de 2009. &lt;br /&gt;O tema das pesquisas elaboradas na instituição, cujas atividades iniciaram há dois meses e ainda são muito incipientes, será a forma de vida nas grandes áreas do Semi-Árido nordestino. “Os estudos giram em torno das maneiras de dispersão das populações humanas pleistocênicas – 1,8 milhão de anos – e do começo do holoceno (há cerca de onze mil anos), suas estratégias de sobrevivência e sua adaptação ao paleoambiente”, detalha Anne-Marie Pessis, coordenadora do instituto e professora da Universidade Federal de Pernambuco.&lt;br /&gt;O registro mais antigo de fósseis na Paraíba – o que comprova que havia vida desde então – apareceu na Bacia Sedimentar do Rio do Peixe, em Sousa. Já foram encontradas quase 400 pistas e muitas pegadas isoladas dos bichos gigantescos e outros que são encontrados ainda hoje (com aparência modificada, é claro) em 22 sítios espalhados por várias regiões do Estado. Além dos dinossauros, achou-se resquícios de algumas rãs, largarto, tartarugas e inúmeros invertebrados. Tudo através de análises de icnofósseis (traços fósseis como pegadas, trilhas e ninhos). &lt;br /&gt;Isso quer dizer que a região onde você está pisando agora pode ter sido o terreno de espécies inimagináveis nos dias atuais, os quais consumiam dezenas de quilos de folhagens e em torno de 200 litros de água como mastodontes (parecidos com elefantes), toxidontes (semelhantes a hipopótamos) e outros comuns como lhanas, cavalos e tigres dentes-de-sabre. &lt;br /&gt;O Sertão, onde as pessoas sofrem com a falta de água, por exemplo, era mar. “Em uma parte do Seridó como as cidades do Junco e Santa Luzia existem rochas que indicam que o mar estava presente em alguns bilhões de anos”, informou o professor de paleontologia e pesquisador da Universidade Federal da Paraíba, José Augusto de Almeida. &lt;br /&gt;Segundo o estudioso, nesse mesmo lugar, foram achados sedimentos que comprovam a existência de um lago entre 125 e 144 milhões de anos, o qual surgiu durante a separação dos continentes Sul-Americano e Africano. Havia invertebrados de água doce, a exemplo de moluscos e crustáceos, e ainda insetos. “No lugar do lago, existem rochas cujos sedimentos foram acumulados até esse período”, explica. Era uma região muito farta em água e com uma flora abundante, que propiciava a permanência de várias espécies já extintas com as mudanças geográficas que ocorreram com o passar do tempo. &lt;br /&gt;Em Sousa, a comprovação de que existia vida animal se dá pela identificação das pegadas de espécies não mais encontradas. Por isso, as provas são chamadas de icnofósseis, ou seja, há somente a identificação das pegadas e não dos bichos que lá viviam propriamente ditos. Os estudos possibilitaram a reconstituição dos dinossauros de Sousa – dos tipos ornitópodes e saurópodes, além de icnofósseis de peixes e invertebrados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Pesquisas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Luciano Jacques de Moraes (em 1924): primeiro relato sobre pegadas de dinossauros.&lt;br /&gt;Murilo Rodolfo de Lima (1981): dezenas de espécies de pólen e esporos da mega fauna.&lt;br /&gt;Geraldo da Costa Barros Muniz (1985): nova icnoespécie da Formação de Sousa.&lt;br /&gt;Ismar de Sousa Carvalho (entre 1989 e 1996): várias pegadas de dinossauros e conchostráceos.&lt;br /&gt;Giuseppe Leonardi e colaboradores (entre 1979 e 1987): pelo menos 21 artigos científicos e quatro novas formas de pegadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8293371755732059095-7293511916018971121?l=herbabem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://herbabem.blogspot.com/feeds/7293511916018971121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/marcas-da-pre-historia-bem-vivas-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7293511916018971121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8293371755732059095/posts/default/7293511916018971121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://herbabem.blogspot.com/2009/08/marcas-da-pre-historia-bem-vivas-na.html' title='Marcas da pré-história bem vivas na Paraíba.'/><author><name>Wan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03902920187049377471</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_NTZe6bllh1c/SE1B9BXD-4I/AAAAAAAAAFE/D83Dsl_CMr0/S220/2771488.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
